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quarta-feira, 2 de maio de 2018

#capacitação ALMOXARIFADO & ESTOQUES Curitiba/PR #IBECC

Tendo em vista que O MAIOR E PERMANENTE INVESTIMENTO FINANCEIRO que as empresas realizam é, sem sombra de dúvida em materiais, é sempre enorme satisfação realizar mais uma capacitação.

E quando o tema é ALMOXARIFADO & ESTOQUES isso ganha uma dimensão exponencial. Afinal, é o local físico onde todo o dinheiro investido/transformado em materiais é alocado. E merece todo apoio, orientação, controle em sua guarda e movimentação, concorda?

Pois foi um dia de muito trabalho, muito aprendizado e principalmente muita troca de ideias, dúvidas, sugestões e sinergia próspera fatorial... SYN!

Empresas de segmentos variados, com suas dinâmicas e focos de mercado e uma turma super interessada em aprender e que com toda certeza levaram sementes valiosas para cultivarem e multiplicarem, com confiança e certeza de que poderão oferecer melhores serviços na correria do dia a dia.

Agradeço a cada um e todos pela fabulosa participação, ao IBECC e ao MERCURE 7 de Setembro, por nos receber e nos oferecer todo o suporte, para um dia de alta produtividade, divertido e cheio de conhecimentos.

 



PS: Se gostou, compartilhe com sua rede de contatos aí na empresa e nas redes sociais. Se tiver dúvidas ou queira compartilhar suas sensações, deixe seu comentário e conversamos. Syn! Vibro que aprecie muito!

curta.contate.siga.vamos.juntos
     

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Reuniões produtivas e efetivas: dicas para valer estar junto e focado

Quem já participou de reuniões que após 2 horas ainda não se chegou a nenhum resultado efetivo?

Lembro que quando comecei minha vida profissional, cheio de ideias e sugestões, entrava nas reuniões sempre empolgado em poder estar com os demais e compartilhar os casos, problemas e troca de soluções e ideias.
Com o tempo, descobri que, se não houverem algumas dicas produtivas, quase sempre a reunião acabava sem que se chegasse a um consenso ou, mais delicado ainda, um plano de ação.
O tempo passou e por incrível que pareça, vez ou outra acaba acontecendo novamente.

A semana passada saiu uma postagem no LinkedIn sobre isso.
Na realidade foi apenas uma imagem.
Uma imagem que vale e, nesse caso, continha palavras que valem por mil ;-) 
Não me contive e salvei, além de compartilhar, óbvio!
Eis a imagem - em inglês - que aproveito para comentar abaixo:


Dicas para Realizar Reuniões Efetivas:
Buscarei descrever um passo a passo sequencial, que costumo praticar.

1. Saber identificar a necessidade da reunião. 
Uma vez isso claro - existe essa necessidade e precisa ser debatida - para que se possa avançar com harmonia e acordo dos envolvido(s) ao fechar a reunião.

2. Criar a Pauta da reunião.
Isso visa facilitar a quem for convocado (ou convidado) se preparar antecipadamente para o(s) assunto(s) a serem apresentados.
Procure garantir que o(s) tema(s) são relevantes.

3. Identificar quem será(ão) o(s) participante(s).
Ao criar a pauta lembre-se de incluir quem será(ão) o(s) convocado(s) e é importante aqui pensar na(s) pessoa(s) e na(s) sua(s) função(ões) no Ser Empresa para evitar definir um horário que não a(s) prejudique(m) em suas principais atividades.

4. Fazer a convocação.
Agora é o momento de se comunicar com o(s) envolvido(s).
Isso deve ser feito formalmente. O email é um ótimo aliado, pois permite que todos recebam (seja no email empresarial ou pessoal) e se puder, peça a confirmação de recebimento e leitura, que vai lhe servir de referência ao retornar com o(s) aviso(s) de recebimento.
Caso sua empresa possua algum sistema de gestão (local ou na "nuvem") pode usá-lo também.
Eu costumo, sempre que convoco, usar ambos - email e nuvem - sendo que nessa coloco o email, incluindo todas as informações, principalmente envio, data, assunto e o corpo do texto da convocação, e informo os envolvidos.
Importante considerar:
Caso seja uma reunião que permita ao menos 3 ou mais dias de antecedência - em função do(s) tema(s) - isso é mais tranquilo de se fazer.
Caso seja uma convocação mais urgente, como fazer a reunião no início do próximo dia ou logo mais à tarde, além do email, use outro meio de comunicação eficaz, de preferência pessoalmente ou via telefone.
É importante que o(s) convocado(s) receba(m) e esteja(m) ciente(s) que deve(m) estar no local informado, no horário indicado.
Indicar data e horário de início e horário de término (algo que normalmente não se considera, porém de fundamental importância para as agendas dos participantes).

5. Reforçar a convocação.
Quando faltar 24 horas para o encontro, reforce por meio de email, telefone ou pessoalmente. Use o que for mais prático e usual para os envolvidos.
Lembre-se de estar previamente preparado!
Já aconteceu de ser convocado para uma reunião e ao chegar ser surpreendido tanto pelo tema quanto pela inserção de tópicos fora do contexto... a sensação é bem desagradável, acredite!

6. Momento antes de iniciar a reunião.
Procure chegar pelo menos 5 minutos antes. Sugiro 15 minutos caso precise preparar algum recurso no local como ligar algum apoio tecnológico, levar café ou algum material a ser distribuído, deixar à disposição caneta, papel, lápis e até um flip-chart, se for o caso.
Existem inclusive algumas técnicas de negociação que podem ser usadas.

7. Durante a reunião.
Esqueça seu smartphone! Sugiro que o desligue.
Respeite a pauta.
Compartilhe os dados relevantes.
Seja objetivo e conciso no seu depoimento.
Evite conversas ou comentários paralelos, você não precisa competir com quem está a falar. 
Caso se lembre de algo que vale comentar, anote no papel para posteriormente informar aos demais.
Não interrompa. 
E evite que os que lá estão, sejam interrompidos.
Coloque suas ideias e não seja irônico nem indireto com as pessoas.
Lembre-se que estão "todos no mesmo barco" e que cada um possui sua forma de Ser Humano.
Discorde sem ser desagradável. Você não precisa se tornar "o chato"...
Um dos participantes deve ser escolhido para ser o "facilitador" e outro o "secretário".
Dois personagens importantes.
O papel do "facilitador" é manter todos focados no que se está a debater, para evitar a inclusão de assuntos (que podem ser importantes) fora do foco principal.
Já o "secretário" é aquele que fará as anotações dos comentários e das soluções, podendo até informar (caso seja importante) quem disse.
Todos devem participar, expor suas ideias, pontos de vista, sensações, temores, sugestões e afins, de maneira positiva e participativa.
Ao término - dentro do horário previamente definido - o secretário informará os pontos principais e as decisões tomadas, para que todos ratifiquem.

O "silêncio" é considerado como um "de acordo". 
Ponto fundamental!
A pior sensação do silêncio é aquela em que você, que está expondo, ficar sem saber se quem está a ouvir está de acordo ou não quis se comprometer.

8. Após a reunião.
Ao término, você que convocou e o "secretário" devem em seguida, criar a Ata.
Uma vez terminada, releia-a.
Complete com as informações necessárias, caso seja importante, porém não acescente nem retire nada além do que foi tratado, debatido e comentado.
Procure destacar as decisões e as ações resolvidas e seus responsáveis.
Em até 24 horas, informe a todos os envolvidos, encaminhando a Ata, para que possam tomar conhecimento e desenvolverem seus planos de ação.

E avante, pois reuniões fazem parte do dia a dia empresarial.
Mas, precisam ser produtivas e efetivas.
Senão... é melhor não realizá-las, para evitar desgastes e desperdícios, com efeitos devastadores na motivação e na confiança.

Sucesso e que possa nos contar, nos comentários abaixo, o que aconteceu depois que adotou as dicas, para enriquecer a troca de ideias.

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terça-feira, 15 de julho de 2014

"COPA DA CONSCIÊNCIA": Você pode Fazer Mais e Muito Melhor...

Ficamos realmente decepcionados com a nossa seleção canarinho, PENTACAMPEÃ do mundo.
O espetáculo da #Copa2014 #WorldCup foi bom para o Brasil, mas uma vergonha para nossa seleção...
Enquanto aplaudimos a seleção da Alemanha, que demonstrou como se faz quando se trabalha de forma integrada e sinergética.
Fica evidente que não é possível alcançarmos qualquer meta _ seja a tão sonhada taça ou as necessárias obras de infraestrutura em torno dos estádios _ sem método previamente definido, concorda?

O que isso nos indica, ainda que de forma doída?
Que a união de Metas e Métodos cria o famoso e necessário PLANEJAMENTO.
E com ambos, pode-se buscar os resultados esperados.
Outro ponto a destacar aqui é que em todo e qualquer planejamento, existe uma poderosa energia, quando fechamos os planos, que é a busca por seus resultados finais.

Isso acontece comigo e acredito com você também.
As energias começam a se movimentar para as metas desejadas.
E junto com esse movimento, entra o fator tempo.

E vão surgir então outros dois desafios, tão importante quanto as metas e os métodos: o controle do andamento das metas e a manutenção dos métodos.
Isso significará e será muito importante que:
(a) todos os envolvidos tenham participado e estejam cientes de ambos.
(b) ao longo do tempo, as revisões das metas vão indicar as correções necessárias para serem atingidas.
(c) esse exercício precisa ser feito, caso se queira atingir as metas. Não se pode esquecer nem abandonar os Planos.
(d) os ajustes nos métodos são delicados e, se feitos, precisam ser levados a todos os envolvidos.
(e) os objetivos finais se tornam mais palpáveis, gerando confiança dos envolvidos.

Pensando nisso e sabendo que um dos grandes desafios que nós, brasileiros, precisamos encarar de frente, é a questão da preparação, do conhecimento, da troca de experiências, desenvolvi um programa para atender as necessidades, tanto
de profissionais como você, como para os gestores de equipes e os empresários:
PROGRAMA 90.9.1
Composto de 3 meses e 9 encontros e 1 objetivo, para levar e buscar desenvolver nas pessoas _ o Capital Humano _ a confiança e o comprometimento ativo.
Conheça mais, faça agora um contato e vamos conversar.

Aguardo seu contato para ajustarmos as agendas e adotar o "Programa  90.9.1"


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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Suas habilidades e competências são fontes de exportação: a "experiência de ser brasileiro"

Chama a atenção o fato de sermos uma nação jovem.
Afinal, estamos inseridos no planeta global de maneira formal há 513 anos apenas, enquanto a maioria das nações existem há séculos.
Porém, nossa história social, econômica e principalmente política, que ainda engatinha como um bebê que deseja ficar em pé, nos fez e faz vivenciar situações e momentos de extrema incerteza, loucos planos governamentais e situações de mercado que afetam nosso Ser Empresa e atingem a nós, Seres Humanos Brasilis bem no meio do peito. 
E no bolso!!!

Ao longo de minha jornada brasileira e paulista, aprendi a desenvolver o senso da análise de cenários, considerando sempre que para tudo existem dois lados (assim como nos long-plays de vinil): Lado A e Lado B.
Isso, uma vez adotado, permite que se possa melhorar a sensibilidade na apreciação de cenários e na busca de definição de respostas, para a tomada de decisões.
Se por um lado isso gera desconfortos, dúvidas, medos e receios, do outro lado nos permitiu e permite, de forma mais consciente, saber para onde direcionar os esforços e a concretizar as metas, sejam elas pessoais ou empresariais.

O texto abaixo, retirado em parte do website da EXAME, mostra que, com essa característica tão peculiar que desenvolvemos, nos tornamos aptos a encarar oportunidades de trabalho em qualquer outra nação do planeta.
Desenvolvemos de maneira forçada, quer você queira ou não, habilidades e competências para suportar cenários e desenvolver soluções criativas. 
Vale a leitura.
Vale sua reflexão. 
Ainda que possamos ficar irritados e muitas vezes indignados com as atitudes governamentais, precisamos sempre, adotar esse exercício do Lado A Lado B.


Até por uma questão de sobrevivência, concorda?



"Desenvolvemos uma conjunção de qualidades ligadas à própria história político-econômica do país. 

Confira quais são, segundo o headhunter Thiago Pimenta, da Flow:

1 Habilidade de gestão com restrição de recursos e instabilidade 

Com o histórico de instabilidade econômica e política do Brasil, Thiago Pimenta afirma que os executivos na faixa dos 45 anos “já viram de tudo”. 
De acordo com ele, quem começou a carreira há 30 anos enfrentou a hiperinflação e cenário de liquidez restrita, entre outros muitos desafios próprios das décadas de 1980 e 1990.
“Tendo em vista esta curva de aprendizado, quando há um cenário estável, esses executivos tiram de letra”, diz. 
Executivos que viveram profissionalmente esta época se acostumaram a seguir o lema: “fazer mais com menos”.
Inovação e criatividade são qualidades que despontam em quem consegue trazer resultados mesmo em cenários adversos, segundo Pimenta. 
E as multinacionais reconhecem esse talento e a necessidade de profissionais com esta bagagem, diz o especialista.
2 Capacidade de lidar com gap educacional da equipe
As empresas brasileiras tentam suprir deficiências de seus funcionários - no que diz respeito à qualificação técnica - com a oferta de treinamentos e cursos. 
O gap educacional, diz Pimenta, é um problema que afeta companhias instaladas no Brasil, há tempos, por isso os executivos já estão preparados para lidar com isso. 
Ao chegar no exterior e trabalhar com equipes altamente especializadas, a evolução é natural, segundo o especialista.
3 Trabalho em cenários multiculturais
A heterogeneidade da população brasileira é fato. 
Diferenças culturais são uma constante nas empresas brasileiras e não assustam mais os chefes.
“Operar em uma cultura heterogênea é um desafio e as multinacionais enxergam no executivo brasileiro este potencial, o que naturalmente conta pontos a favor”, diz Pimenta. 
Ele explica que o aprendizado a que o executivo está exposto no Brasil não se repete em outras localidades.
“Países como Noruega, Suécia são muito homogêneos e não incitam este tipo de oficina. No Brasil o executivo precisa ser um camaleão para extrair informações e desenvolver a equipe”, diz.
4 Saber operar em áreas territoriais extensas
País de dimensões continentais, o Brasil só perde, em tamanho, para Rússia, Canadá China e Estados Unidos. 
Aliada ao enorme território a carência de infraestrutura dá contornos ainda mais desafiadores às operações das empresas por aqui.
“Um diretor de uma mineradora de ferro, há alguns anos, tinha dois portos para escoamento da produção, por exemplo”, diz Pimenta. 
Para ele, todos esses obstáculos provocam os profissionais a achar soluções que “não estão na mesa”.
“Os brasileiros são criativos, e não estou falando do jeitinho brasileiro, me refiro à criatividade responsável, o executivo está acostumado a trabalhar com pouco”, diz.
Gostou? 
Pois como sempre digo, sempre existem dois lados que precisam ser considerados em tudo que fazemos. 
Reflita sobre isso e avante! 
Ainda há muito que se fazer, tanto para você, como para sua empresa e principalmente para esse nosso fabuloso país, rico e generoso em recursos naturais. Consciência e planejamento fazem parte desse desenvolvimento.
Sucesso e até a próxima, syn!

http://synerhgon.com.br/SYNERHS_curso_pdca.htm
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domingo, 5 de janeiro de 2014

Ser, estar e fazer "PSIPS" pois é importante pedir ajuda a quem sabe e pode resolver

Assim como você, eu também não sou perfeito.
Porém, uma das grandes virtudes e poderoso mistério de estarmos aqui e agora é descobrirmos que, com o passar do tempo, essa busca pela perfeição torna-se cada vez mais possível e próxima.
Como isso acontece?
Até onde já vivi, sinto que os seguintes componentes convivem em constante movimento sinergético para esse desafio:

Você está aqui, nessa dimensão 3D, porque precisa realizar algo:
Presença.
Você nasce e aprende a dinâmica desse novo ambiente:
Sobrevivência.
Você prossegue, surgem ideias e quer realizá-las:
Ideais.
Você parte para a ação de concretizar seus ideais e aprende que será necessário acreditar muito neles, pois os obstáculos aparecem:
Persistência.
Você avança, supera alguns obstáculos, novos surgem, consegue colher resultados e entende o "ritmo da dança": 
Superação.

Toda essa jornada vai nos fazendo melhor como seres humanos e como profissionais, concorda?

Mas, como não somos perfeitos, identificamos que poderíamos obter melhores resultados, em tempo menor, com menor esforço, menos recursos envolvidos... 

E isso é uma avaliação que fica mais clara conforme o tempo passa... 
Começa então um novo desafio: 
Descobrirmos que outras pessoas podem nos ajudar a aprimorar esse Ciclo de Presença, Sobrevivência, Ideais, Persistência e Superação _ PSIPS.

Afinal, elas também estão nesse ciclo.
É um ciclo individualizado.
Cada um de nós possui seu ciclo, sua jornada.
Assim, uma vez que agora sabemos que é importante pedir ajuda, o próximo passo a encarar é...  
Descobrir quem sabe e pode nos ajudar a resolver aquilo que nos falta.

Como encontrar?
Uma maneira é perguntar para as pessoas de seu ciclo de relacionamento.
Outra é buscar histórias similares à sua e as soluções que adotaram.
É entender que isso é um ciclo de aprendizagem permanente.
É preciso superar o orgulho, o medo, a rejeição, os erros.
É importante acreditar que outros possuem algo que, caso queiram e estejam dispostos, podem ajudá-lo a melhorar aquilo que lhe falta.

E esse é um dos meus desafios profissionais: 
Ajudá-lo a superar suas dificuldades quando o tema é
Qualidade, Engenharia, Sistemas, Operação e Administração.

Você pode perguntar: 
"Mas são temas vastos e complexos, como consegue?"
A resposta:
Após mais de 30 anos vivenciando vários "Seres Empresas" como a que você está, convivendo com as dificuldades dos "Seres Humanos" dentro desse sistema empresarial, ainda não sei tudo (minha busca pela perfeição continua pulsante!), mas com humildade e espírito infantil (portanto aberto, flexível e louco para novas descobertas) procuro unir suas necessidades e dificuldades com o seu ideal.
E mostrar um caminho, para reduzir a diferença entre eles.
E assim, juntos, desenvolver um trabalho que traga satisfação quando, lá na frente, no futuro (que começa agora) você parar e avaliar.
Valeu a pena pedir ajuda a quem sabe e pode resolver.
Eu pratico isso constantemente, syn!

Que tal correr o risco?

Isso já será maravilhoso e poderoso, para você, aqueles com quem convive na sua empresa, para sua profissão, sua e nossa vida.
Avante em busca da perfeição!

http://synerhgon.com.br/SemearUmFuturoSYN.pdf
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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Mão de Obra é o principal fator para competitividade e rentabilidade: Capacitar é fundamental

Com o mundo em momento de grandes mudanças macro (econômicas, alfandegárias, tributárias, comerciais, produtivas, sociais, pessoais), chama a atenção o fato óbvio e fundamental que parece finalmente despertar nos Seres Empresas.

O fato é a descoberta de que são (como sempre foram no passado e que agora, depois das revoluções principais da história recente) os Seres Humanos que precisam ser os elementos fundamentais para a competitividade e a rentabilidade.

http://synerhgon.com.br/agenda.htm
Este redescobrir, ainda que não ocorra de forma tão dinâmica e vibrante quanto a que hoje vivemos na economia e na tecnologia muito rapidamente vai se apresentando.
A notícia de hoje (vide abaixo as fontes) demonstra que finalmente é chegada a hora de investir no mais desafiador capital que toda e qualquer empresa (privada, mista ou pública) que quer se manter e crescer vai ter que se arriscar: o Ser Humano.

Para isto, paradigmas terão que ser eliminados e os principais gestores serão pressionados a admitir que sem conhecimento e capacitação de sua força de trabalho, continuarão a viver num mundo de ilusões e de desperdícios.

Parece algo impossível, dizem alguns deles...
Outros dizem:
"Eu não vou investir em capacitação de meus colaboradores e depois perdê-lo para o mercado."

As desculpas são muitas.... e os prejuízos maiores (perda de mercado, desmotivação, gastos com materiais em excesso, com processos produtivos e administrativos mal dimensionados, falta de comprometimento, liderança pobre...).

Num Senso Macro, é importante frisar que o governo brasileiro necessita urgente avançar com a desoneração da Folha de Pagamento (difícil engolir algo em torno de 100% de repasse do privado para o público) entre outras iniciativas que possamos entender como um ajuste fino para esta nova realidade global, que não têm retorno nem garantias de estabilidade.
Assim, entre outras preocupações dos executivos, a principal é focada em Seres Humanos talentosos, qualificados e competentes.
E o caminho chama-se Capacitação.

Lembro que em uma empresa que trabalhei, no início de minha vida profissional, certa vez surgiu uma conversa entre direção e gerência, que me marcou profundamente.
a pergunta foi:

"E se seu funcionário ganhar mais que você?"

... paramos para refletir... 
e aguardamos a resposta do diretor...
que respondeu:

"Bem, se um funcionário ganhar mais que eu, vou ficar muito alegre!"

Estar alegre significa: maior competitividade e rentabilidade hoje e amanhã.
pense nisto... 
e comece a agir, pois 
Ser Humano capacitado é Ser Empresa valorizada

Assista vídeo com entrevistas do Prêmio Executivo de Valor 2012 (3m15s):
Valor Econômico: Prêmio Executivo de Valor

Acesse artigo sobre Mão de Obra vira principal dor de cabeça dos executivos:
CRA_Conselho Regional de Administração _ Mão de Obra

Para capacitação em Capital Humano, Capital Intelectual e Capital Imobilizado, acesse: Capacitação Profissional

http://synerhgon.com.br/profissionais.htm
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