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sexta-feira, 8 de maio de 2015

O REI ESTÁ NU _ competitividade, burocracia, incompetência e corrupção _ ABIMAQ

Está a cada dia mais óbvio que o nosso "sócio público" não corresponde ao que se propõe.
E isso está tão alucinadamente gritante, que até os deficientes auditivos não aguentam mais!
Atingimos, enquanto país, o ponto mais alto da curva normal (desculpe-me... mas o correto aqui é "anormal") no que concerne ao esculacho em gestão pública.
Entendo agora, melhor que ontem, que tenho presença nesse quadro, algo que não desenvolvi durante minha juventude e que, nesse momento da história, busco me informar e reformar para, de alguma forma, poder contribuir com a sociedade, enquanto cidadão brasileiro e engenheiro consultor em gestão empresarial.
Nessa busca de crítica e autocrítica, quero aqui compartilhar a poderosa e necessária reflexão que tão corretamente está impressa no jornal INFORMAQ - Número 187 - Abril de 2015 - Ano XX, de autoria do senhor Alberto Aquino, diretor de Petróleo, Gás, Bionergia e Petroquímica da ABIMAQ.
Pude ler e reler durante o retorno de uma capacitação em KANBAN que ministrei na regional da associação em Piracicaba dia 06/05/2015.
Vale cada palavra e espero que leia, releia e faça sua reflexão. Os negritos são meus.

Desde sempre é voz geral que o grande problema da falta de competitividade brasileira tem como razão central a famosa tríade maldita: Juros, câmbio e tributos. Mas, se tanto se fala, tanto se estuda, tanto se propõe e nada acontece, devem existir outras causas mais profundas.
Os fatores da citada tríade, agravados por nossa precária infraestrutura, são considerados os vilões de nossa estagnação econômica porque estão na face visível do problema, mas estão longe de representarem a causa‐raiz
Se um determinado remédio é ministrado por um longo tempo e não faz efeito contra os sintomas de uma doença, ou é porque é inadequado ou o diagnóstico está errado. 
No caso da falta de competitividade, abrindo um pouco mais a lente, vamos nos deparar com outro conjunto de três fatores, que certamente antecedem os demais e estão no epicentro desse terremoto que não permite que nossa economia encontre um solo firme. 
Analisando desse ângulo mais aberto, lá estão: a burocracia, a incompetência e a corrupção, não necessariamente nesta ordem, até porque os três fatores são extremamente sinérgicos e autoalimentantes de tal forma que cada um deles potencializa os outros dois e assim por diante. 
A burocracia esconde a incompetência
Decisões demoradas, várias idas e vindas, organogramas contendo interseções de responsabilidades, exigência de inúmeras licenças, diversos níveis de fiscalização, muitas obrigações acessórias, entre outras, ao invés de contribuir para a transparência dos processos, torna‐os cada vez mais obscuros e torna difusa a cobrança na matriz de responsabilidades.
Por conta desse fato, abrem‐se as portas para a incompetência e para a corrupção
Deixa‐se de executar por causa da burocracia, quando na verdade falta gestão, coragem para assumir uma decisão ou insegurança para acolher uma alternativa. 
Por sua vez, a corrupção também é alimentada pela incompetência, pois processos mal conduzidos, muitas vezes sem nenhum dolo, abrem margens para “jeitinhos”, nem sempre muito ortodoxos, que geralmente escondem interesses difusos. 
A incompetência abre brecha para decisões políticas, facilmente contestáveis se demonstrada sua inviabilidade ou inconsistência com base em fatos concretos, na legislação ou nas melhores práticas vigentes. 
Mas, para subsidiar argumentos é preciso profundo conhecimento do tema e experiência adquirida, sempre usados dentro dos devidos princípios éticos. 
A corrupção e a incompetência aumentam cada vez mais a burocracia, com a falsa finalidade de dar mais segurança aos processos, quando, na verdade, viabilizam mal feitos dando‐lhes compatibilidade com a legislação vigente, no conhecido caso em que: 
É legal, mas não é ético. 
Contratos mal estruturados e cheios de cláusulas inúteis, editais mal elaborados, pouca padronização, falta de investimento em planejamento, estudos de viabilidade precários, decisões tomadas para agradar essa ou aquela corrente política ou plano de poder, furos constantes nos orçamentos, milhares de aditivos contratuais, falhas nos acompanhamentos físico e financeiro, entre outros fatores, podem configurar, conforme o caso, tanto incompetência quanto interesses transversos. 
Quando um país gasta muito, errado, superfatura ou trabalha sem eficiência e com desperdícios, precisa arrecadar mais e aumentam‐se os impostos.
Para acomodar interesses difusos pagam‐se propinas aos corruptos e oferecem‐se cargos aos “honestos”, que, muitas vezes, por pouca afeição às atividades a serem desempenhadas, ficam reféns de sua posição, salário e poder: 
“Jabuti não sobe em árvore. Se ele está lá é porque alguém o colocou”. 
Quando um país precisa de mais recursos, toma emprestado e, para isso, aumentam‐se os juros ou então usa este recurso para combater a inflação e a indústria perde em competitividade. 
Após descontar o que o Brasil perde nos intrincados mecanismos de corrupção e nas inúmeras idas e vindas dos meandros burocráticos, o pouco que sobra é mal utilizado. 
E, infelizmente, tudo vai continuar como está até aparecer aquela criança do conto do Christian Andersen e avisar que o Rei está nu.

Relendo mais uma vez agora, para ajustar alinhamento, fontes, tamanhos e negritos, reparei que uma das ações que tenho que fazer é aprender como tirar o Jabuti da árvore... e colocar outro ser, mais coerente com o que entendo ser a verdadeira razão de ser do "sócio público" nesse nosso país trilionário e com uma população ainda tão pobre :-(

Fonte: http://bit.ly/1ctGoz7
http://synerhgon.com.br/


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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

BABEL: isso é algo tão espetacular, que você precisará repensar sua comunicação global: DROID

Do passado remoto até os dias atuais:

Há muitos e muitos séculos atrás, as pessoas falavam a mesma língua.
Assim como eu, acredito que já teve contato com a estória (ou história) da Torre de Babel.
Me lembro que meus ascendentes (avós, tios e pais) contavam sobre essa torre altíssima feita pelo ser humano, para que pudessem alcançar o Céu e fazer contato direto com Deus.

Babel era a capital do Império babilônico. 
Uma cidade-estado extremamente rica e poderosa.

Era um centro político, militar, cultural e econômico do mundo antigo.
E como essa torre precisava ser muito alta, para alcançar o Céu foram necessárias muitas pessoas trabalhando em sua construção.

O relato me fascinava e a imaginação se expandia em progressão geométrica.
Assim, lá estavam numa multidão para realizar o trabalho.
E todos que estavam nessa empreitada, como falavam a mesma língua, era um empecilho a menos para  o fluir da comunicação e da meta.

Em determinado momento desse projeto, já em plena carga e subindo, Jeová desceu para ver essa construção, que os filhos dos homens edificavam. Ele disse então: "Eis que o povo é um só, e todos têm uma só linguagem. Isto é o que começam a fazer: agora nada lhes será vedado de quanto intentam fazer."
Então Jeová confundiu a linguagem deles, para que não entendessem a linguagem um do outro. 

A confusão se fez!

As pessoas se comunicavam, porém agora, não mais se entendiam.
Com isso, a torre de Babel, que subia de forma organizada e conforme planejada, graças à facilidade de todos que ali trabalhavam falar a mesma língua, entrou em colapso.... e a obra parou, para sempre.

Em função dessa confusão de comunicação (imagine que de repente, você que fala diariamente aí na sua empresa com seu colega de trabalho, não consiga mais entender uma só palavra do que ele fala!) além da obra parar, as pessoas começaram a se retirar e a se espalhar por outras regiões do planeta.

E isso, como bem sabemos, é nossa vida nesse planeta, desde então.
Em cada lugar existe uma língua, com seus dialetos.
E para que possamos nos comunicar com outras pessoas, em outros países, precisamos aprender a língua local, para fazer fluir a comunicação e estabelecermos uma relação, seja comercial, turística, social, educacional e política.

Dos dias atuais para o futuro:  

Comecei a aprender inglês em 1973, durante o ginásio (hoje ensino fundamental), primeiro porque meus pais queriam que eu tivesse, além do português, outra língua; segundo porque o inglês (principalmente com o fim da 2a. grande guerra) se tornava uma língua universal.
Ainda hoje, graças a meus pais, continuo a estudar e praticar o inglês, que faz parte de meu cotidiano.
E não pretendo deixar de exercitá-lo.
Eis que, nos primeiros dias de janeiro desse ano, enquanto fazia meu "webrole" (aqueles momentos entre uma atividade e outra em que passeamos pela Internet) leio uma notícia que me fez parar, voltar e prosseguir:

App traduz mensagens de texto, de voz e até vídeos em 29 idiomas
Pronto!
Pirei!
Enlouqueci!
Viajei!
Vibrei!
Fascinei!

Acessei a notícia e enquanto lia, minha imaginação (exatamente como quando escutava sobre a Torre de Babel) já estava a milhão!
Se você possuir um SmartMobile (celular, tablet e similares) e faz contato com pessoas de outros países (portanto outras línguas) ou até hoje não fazia por medo, dúvida, receio ou qualquer outra emoção negativa.... seus problemas acabaram!

Já estou a usar.
É super fácil.
Acesse pelo website da empresa ou numa playstore.
Busque por DROID TRANSLATOR.
Baixe o app.
Ele vai pedir que se conecte via SKYPE. Aceite.
Em alguns minutos a grande viajem se inicia.
Acesse o aplicativo.



Imagine que você (que está aqui no Brasil e cuja língua é o português) quer se comunicar com um... holandês, ou um alemão, ou chinês.
Ou um ucraniano (que é o criador desse fabuloso recurso, cujo nome é Alexander Konovalov).

Até ontem, isso provocaria de imediato tensões e emoções negativas instantâneas, concorda?
Pois bem, você então fala em português.
A outra pessoa vai ler em seu DROID (ambos precisam do app) em sua língua pátria.
Ele, de lá, responde falando na língua dele.
E você recebe e lê a mensagem dele.... em português!!!

Isso acontece na versão FREE.

Se você investir uma quantia mínima, cerca de R$ 15,00, poderá baixar a versão FULL e aí... você e ele poderão falar, ouvir, enviar vídeos e a comunicação fluirá. Ele na língua dele e você, na sua.

PAROU?
PENSOU?
Então, prepare-se.... pois agora poderemos nos comunicar, cada um na sua língua pátria e... ser entendido pelo outro.

Eu estou a pensar nas facilidades que isso vai provocar e o quanto será maravilhoso... vai viajar para a França?
Converse com o atendente do hotel em Paris, acerte todos os detalhes de sua estadia e bon voyage!!!

Está com dúvidas no contrato com seu fornecedor ou cliente chinês?
comunique-se com ele, debata os pontos e deixe tudo transparente.

É algo tão espetacular, que você precisará repensar sua comunicação global.
Seja bem-vindo à nova Torre de Babel.

Pergunto (já que perguntar não ofende, ainda mais daqui em diante):
Que aplicações você já pensou em usar para tornar sua vida mais fluida?
conte aqui nos comentários. 
Estou e estamos curiosos para saber ;-)

Fontes:
Manual de Uso do DROID: http://bit.ly/1ZlAXoJ 
Torre de Babel: Wikipedia
Notícia do DROID: InfoMoney
Website da Technology Improves the World: TIW
AppStore: PlayGoogle
Meu ID Skype: hvmader


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