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sábado, 26 de novembro de 2016

naWEBgar é preciso.... 2 aplicativos para praticar o conhecimento _ Issuu e Blinkist

Syn! naWEBgar é preciso, Viver não é preciso!

Se você for alucinado como eu por ¨trecnologia¨ seguem dois aplicativos que valem adotar, caso busquem conhecimento:

Issuu

Plataforma Digital de Publicações para Revistas, Catálogos e mais.
É dedicado a publicações do mundo inteiro, contemplando temas dos mais diversos. 
Acesso fácil, tanto via browser quanto via mobile.
Costumo usá-lo para buscar livros e artigos que me interessam.
Cadastro é simples e você cria sua própria biblioteca.
E também permite colocar seus artigos e publicações.
Acompanho já faz pelo menos 5 anos e sempre cheio de novidades.
Uma verdadeira Banca de Revistas on-line.... show!!!
Acesse o link: https://issuu.com/


Blinkist

Nunca Pare de Aprender.
Encontrei recentemente naWEBgando no Twitter... baixei App e é excelente para quem curte temas empresarias, algo que me fascina.
São vários temas e pode ser FREE ou pago.... estou na primeira, para conhecer melhor e adorando.
Ah! 
Vai precisar saber inglês, ou alemão, para poder fazer a escolha entre ler e ouvir.
Resenha de livros TOP e best sellers com ¨blinks¨ para sua revisão, caso queira.

É mergulhar e ampliar seu conhecimento, syn!

Abd e Até breve!!!

PS: Se gostou, compartilhe com sua rede de contatos aí na empresa e nas redes sociais. Se tiver dúvidas ou queira compartilhar suas sensações, deixe seu comentário e conversamos. Syn! Vibro que aprecie muito!

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

O REI ESTÁ NU _ competitividade, burocracia, incompetência e corrupção _ ABIMAQ

Está a cada dia mais óbvio que o nosso "sócio público" não corresponde ao que se propõe.
E isso está tão alucinadamente gritante, que até os deficientes auditivos não aguentam mais!
Atingimos, enquanto país, o ponto mais alto da curva normal (desculpe-me... mas o correto aqui é "anormal") no que concerne ao esculacho em gestão pública.
Entendo agora, melhor que ontem, que tenho presença nesse quadro, algo que não desenvolvi durante minha juventude e que, nesse momento da história, busco me informar e reformar para, de alguma forma, poder contribuir com a sociedade, enquanto cidadão brasileiro e engenheiro consultor em gestão empresarial.
Nessa busca de crítica e autocrítica, quero aqui compartilhar a poderosa e necessária reflexão que tão corretamente está impressa no jornal INFORMAQ - Número 187 - Abril de 2015 - Ano XX, de autoria do senhor Alberto Aquino, diretor de Petróleo, Gás, Bionergia e Petroquímica da ABIMAQ.
Pude ler e reler durante o retorno de uma capacitação em KANBAN que ministrei na regional da associação em Piracicaba dia 06/05/2015.
Vale cada palavra e espero que leia, releia e faça sua reflexão. Os negritos são meus.

Desde sempre é voz geral que o grande problema da falta de competitividade brasileira tem como razão central a famosa tríade maldita: Juros, câmbio e tributos. Mas, se tanto se fala, tanto se estuda, tanto se propõe e nada acontece, devem existir outras causas mais profundas.
Os fatores da citada tríade, agravados por nossa precária infraestrutura, são considerados os vilões de nossa estagnação econômica porque estão na face visível do problema, mas estão longe de representarem a causa‐raiz
Se um determinado remédio é ministrado por um longo tempo e não faz efeito contra os sintomas de uma doença, ou é porque é inadequado ou o diagnóstico está errado. 
No caso da falta de competitividade, abrindo um pouco mais a lente, vamos nos deparar com outro conjunto de três fatores, que certamente antecedem os demais e estão no epicentro desse terremoto que não permite que nossa economia encontre um solo firme. 
Analisando desse ângulo mais aberto, lá estão: a burocracia, a incompetência e a corrupção, não necessariamente nesta ordem, até porque os três fatores são extremamente sinérgicos e autoalimentantes de tal forma que cada um deles potencializa os outros dois e assim por diante. 
A burocracia esconde a incompetência
Decisões demoradas, várias idas e vindas, organogramas contendo interseções de responsabilidades, exigência de inúmeras licenças, diversos níveis de fiscalização, muitas obrigações acessórias, entre outras, ao invés de contribuir para a transparência dos processos, torna‐os cada vez mais obscuros e torna difusa a cobrança na matriz de responsabilidades.
Por conta desse fato, abrem‐se as portas para a incompetência e para a corrupção
Deixa‐se de executar por causa da burocracia, quando na verdade falta gestão, coragem para assumir uma decisão ou insegurança para acolher uma alternativa. 
Por sua vez, a corrupção também é alimentada pela incompetência, pois processos mal conduzidos, muitas vezes sem nenhum dolo, abrem margens para “jeitinhos”, nem sempre muito ortodoxos, que geralmente escondem interesses difusos. 
A incompetência abre brecha para decisões políticas, facilmente contestáveis se demonstrada sua inviabilidade ou inconsistência com base em fatos concretos, na legislação ou nas melhores práticas vigentes. 
Mas, para subsidiar argumentos é preciso profundo conhecimento do tema e experiência adquirida, sempre usados dentro dos devidos princípios éticos. 
A corrupção e a incompetência aumentam cada vez mais a burocracia, com a falsa finalidade de dar mais segurança aos processos, quando, na verdade, viabilizam mal feitos dando‐lhes compatibilidade com a legislação vigente, no conhecido caso em que: 
É legal, mas não é ético. 
Contratos mal estruturados e cheios de cláusulas inúteis, editais mal elaborados, pouca padronização, falta de investimento em planejamento, estudos de viabilidade precários, decisões tomadas para agradar essa ou aquela corrente política ou plano de poder, furos constantes nos orçamentos, milhares de aditivos contratuais, falhas nos acompanhamentos físico e financeiro, entre outros fatores, podem configurar, conforme o caso, tanto incompetência quanto interesses transversos. 
Quando um país gasta muito, errado, superfatura ou trabalha sem eficiência e com desperdícios, precisa arrecadar mais e aumentam‐se os impostos.
Para acomodar interesses difusos pagam‐se propinas aos corruptos e oferecem‐se cargos aos “honestos”, que, muitas vezes, por pouca afeição às atividades a serem desempenhadas, ficam reféns de sua posição, salário e poder: 
“Jabuti não sobe em árvore. Se ele está lá é porque alguém o colocou”. 
Quando um país precisa de mais recursos, toma emprestado e, para isso, aumentam‐se os juros ou então usa este recurso para combater a inflação e a indústria perde em competitividade. 
Após descontar o que o Brasil perde nos intrincados mecanismos de corrupção e nas inúmeras idas e vindas dos meandros burocráticos, o pouco que sobra é mal utilizado. 
E, infelizmente, tudo vai continuar como está até aparecer aquela criança do conto do Christian Andersen e avisar que o Rei está nu.

Relendo mais uma vez agora, para ajustar alinhamento, fontes, tamanhos e negritos, reparei que uma das ações que tenho que fazer é aprender como tirar o Jabuti da árvore... e colocar outro ser, mais coerente com o que entendo ser a verdadeira razão de ser do "sócio público" nesse nosso país trilionário e com uma população ainda tão pobre :-(

Fonte: http://bit.ly/1ctGoz7
http://synerhgon.com.br/


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quarta-feira, 11 de março de 2015

As "Top 3" maneiras de ser um líder de negócios poderoso em 2020 - por INC.

Sabe aqueles desafios que você resolve encarar?

Sabe aquele paredão que você resolve escalar?

Sabe aquela oportunidade que você resolve abraçar?

Pois é exatamente disso que trata o artigo abaixo. 
E que me fez, como sempre acontece, parar para ler, refletir e repensar.

Repensar tanto a minha forma de trabalhar e traduzir esse esforço em resultados efetivos mas, principalmente, levar isso para os clientes, profissionais e sócios que encontro ao longo da jornada pela qual sou apaixonado.
Minha sugestão aqui é leia, imprima ou envie esse link para TODOS em sua empresa.
E se não se sentir confortável para fazer isso...
http://synerhgon.com.br/index.htm


Eis o artigo:

"Reinventar-se como um líder empresarial será fundamental ao longo de um próximo estalar de anos ... e é mais fácil do que você pensa com estes três passos."

Os empreendedores sempre abraçaram a inovação e a mudança, e reinventar a si mesmo como um líder empresarial será fundamental ao longo do próximo estalar de anos. 
Aqui estão os segredos para você se preparar para o sucesso:

1. Influencie a Flexibilidade de Sua Força de trabalho

A força de trabalho dos EUA está se tornando muito mais fluida, impulsionada pela ascensão de uma economia "on demand" movida por empresas como a Uber, bem como um desejo crescente das pessoas a terem mais flexibilidade em seus horários de trabalho. 
Em 2020, 40% da força de trabalho norte-americana será de freelancers, empreiteiros, consultores e trabalhadores temporários de acordo com o Relatório Intuit 2020. 
Pense nas maneiras pela qual você pode atuar com plataformas tecnológicas que proporcionam recursos "on demand" em áreas funcionais relevantes de sua empresa.

Um quadro-chave para se manter em mente quando se pensa sobre isso é "core" versus "contexto".

"Core é o que as empresas investem seu tempo e recursos naquilo que os seus concorrentes não têm. 
Core é o que permite a uma empresa ganhar mais dinheiro e / ou mais margem, e tornar as pessoas mais atraídas para uma empresa do que seus concorrentes," de acordo com Geoffrey Moore, que escreveu Crossing the Chasm (Cruzar o Abismo) e trabalha com empresas do nosso portfólio em seu movimento de estratégia de mercado. 
"Core dá um poder de barganha nos negócios: é o que os clientes querem e não podem obter a partir de qualquer outra pessoa." 
Em outras palavras, o "core" é fundamental para se manter dentro da empresa enquanto o "contexto" pode ser terceirizado.

Áreas a considerar seriamente na terceirização de uma perspectiva técnica são empresas de tecnologia de última geração, aproveitando a aprendizagem de máquina, inteligência artificial e robótica para entregar redução de custos e eficiência dos recursos aos seus clientes. 
Um exemplo disso inclui os sistemas de Kiva, o sistema de logística robótico adquirido pela Amazon. 
Outro exemplo disso é WorkFusion, uma plataforma SaaS (e no portfólio da minha empresa) que gerencia a coleta de dados, análise e síntese de aprendizagem emparelhada de máquina com analistas de dados humanos, e incrementalmente automatiza tarefas repetitivas ao longo do tempo.

2. Abrace a Diversidade

Há agora um foco de luz brilhante que está sobre as mulheres atuantes em capital de risco e startups de tecnologia do Vale do Silício, indicado por um recente artigo da Newsweek e por Kleiner Perkins-Ellen Pao em particular sobre o julgamento da discriminação.

Deixando a atenção da mídia de lado, muitos estudos agora têm mostrado que a diversidade - em todas as dimensões (sexo, raça, origem, etc.) - Tende a reduzir a probabilidade de pensamento de grupo ou a inércia do simplesmente "vamos empurrando", e resulta em melhores decisões .

Com base em pesquisa recente publicada pela Kellogg School of Management, Katherine W. Phillips diz que a diversidade em um grupo pode causar debate e até mesmo conflito, o que nem sempre é confortável, mas essa troca forçada de ideias e informações de perspectivas diversas, tende a levar a nova ideias, abordagens variadas e soluções para os problemas mais fortes.

Olhe para as pessoas que são diferentes de você e que podem ajudá-lo de forma complementar. Você vai ser capaz de construir uma empresa mais forte de forma mais eficiente, aproveitando os membros da equipe, conselheiros e membros da diretoria (mais sobre como escolher e alavancar o seu conselho aqui) com um amplo conjunto de fundos divergentes, conjuntos de habilidades e perspectivas.

3. Capacitar e Treinar a Sua Futura Força de Trabalho (e você mesmo)

Dada a rapidez com que a tecnologia está reinventando o mundo, fortes líderes empresariais devem ter um plano para manter seus próprios conjuntos de habilidades relevantes e proporcionar aos membros de sua equipe a oportunidade de fazer o mesmo.

As principais habilidades - e mentalidade - que a força de trabalho do futuro deve aprimorar incluem:

Negociação, Resolução de problemas e Gestão de relacionamento:

Estas são as habilidades críticas que podem fazer ou quebrar empresas por meio de interações da equipe ao lidar atividades com terceiros, tais como clientes, parceiros e fornecedores. 
Confira recursos no Projeto de Negociação de Harvard e Vantage Partners .

Marketing e RP:

Em um mundo de mídias sociais onipresentes, pense em sua equipe como um canal de marketing estendido para a sua empresa. 
Todos que trabalham para e com você devem ser capazes de, na etapa de conquista e desbloqueio, saber em que termos e como falar sobre o que sua empresa faz, e o que ela representa, de uma forma convincente.

Tomar o risco deliberado:

Capacite seus funcionários (e você mesmo) para pensar com ousadia e assumir riscos deliberados em todos os níveis - da resolução de um problema de projeto até a construção de um plano de carreira dentro da sua empresa. 
Recompense a mentalidade de crescimento (a crença de que o sucesso é resultado de esforço, pelo menos tanto quanto de aptidão) sobre uma mentalidade fixa (crença de que talentos são essencialmente inatos), com base nos termos das pesquisas feitos por Carol Dweck, da Universidade de Stanford. 
Aqueles que não são ágeis ou dispostos a pensar com ousadia estarão perdidos nos locais de trabalho do futuro.

Inspiração e Influência:

Os seres humanos sempre foram atraídos para a inspiração, com a tendência ainda mais pronunciada entre a Geração do Milênio. 
Capacite-se, treine-se e também a sua equipe para como definir uma visão clara, contar histórias convincentes, e obter outros animados e com poderes para alistar-se em um ecossistema ainda maior nesse poder que você está construindo.

Aproveitar os dados "inteligentes" e não os "grandes" dados:

Construir uma equipe que sabe como realizar de forma eficaz e eficiente para aproveitar as ferramentas de dados simples até análises complexas em todas as áreas de sua empresa. 
As empresas que vencerem terão força de trabalho que aproveitam as análise de dados como uma alavancagem para tomarem decisões mais inteligentes, mais rápido.

PUBLICADO EM: 11 DE MARÇO DE 2015
Fonte: INC
Artigo de KATHERINE BARR

http://synerhgon.com.br/index.htm


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terça-feira, 17 de junho de 2014

"COPA DA CONSCIÊNCIA" e seus reflexos nas empresas: Como aproveitar para extrair o melhor de seus colaboradores

Isso é verdadeiro!
Afinal, nós brasileiros, gostamos de futebol desde antes de nascer.
Fica quase impossível de se conter durante uma Copa do Mundo essa nossa paixão pelo esporte bretão.

Então, como aproveitar esse momento, especialmente quando estamos a sediar mais uma edição por aqui?
Eis um interessante texto que compartilho, para que possa fazer sua reflexão e compartilhar para seus colaboradores.
É um excelente ponto de vista, que poderá ajudá-lo a entender e principalmente aplicar para você, sua equipe e sua empresa, nesses dias em que vivemos e nos emocionamos com essa competição.
Boa leitura e Excelentes negócios!!



Texto de Colin Dyer, extraído de LINKEDIN.

"A febre do futebol vai dominar a vida - e hábitos de trabalho - de fãs ao redor do mundo até que um novo campeão da Copa do Mundo seja coroado no Rio de Janeiro em 13 de julho. 
A cada quatro anos, os canais de mídia buscam quantificar a produtividade dos negócios perdidos para a concorrência enquanto as pessoas acompanham os jogos em suas mesas durante o dia ou acordam grogues depois de assistir aos jogos durante a noite em fusos horários muito distantes do Brasil.
Bons gerentes de negócios se antecipam e respondem ao que está acontecendo no mundo real. 
Então, se nada menos do que uma queda de energia pessoal e mundial é susceptível de levar as mentes e os olhos das pessoas fora da Copa, talvez devêssemos ver o torneio como um seminário de gestão que durou um mês, uma série de momentos de ensino e aprendizagem.

Pense, por exemplo, sobre:

Crescimento Orgânico ou Fusão e Aquisição? 
Como você constroe uma equipe vencedora? 
Muitas vezes é uma combinação de crescimento orgânico e aquisições. Jogadores criados internamente constroem profundidade para uma equipe, enquanto contratações de grandes nomes e contratações caras podem re-vitalizar um ataque e pagar dividendos imediatos. 
O desafio de gestão é atingir o equilíbrio certo entre os dois acima e integrar estrelas adquiridas para a cultura da equipe (ou da sua empresa).

Capacitação: 
Se deixar de praticar está a praticar o falhar. 
Realize uma nova apresentação de negócios ou bata um pênalti sem estar devidamente treinado e preparado, e você não pode sair com uma vitória. Equipes e empresas têm responsabilidades para capacitar seus jogadores com as habilidades que eles precisam para ter sucesso. 
As pessoas precisam colocar essas oportunidades para trabalhar para si próprios, suas organizações e seus fãs ou clientes.

Gestão de Desempenho: 
Performances medíocres não têm nenhum lugar para se esconder quando cada movimento é examinado, reproduzido em câmara lenta a partir de vários ângulos, e transmitida imediatamente via mídia social. 
Pode ser difícil para um gerente colocar na reserva ou retirar do jogo um superstar de alto valor que não executa em uma situação de jogo. 
Mas para uma equipe ou empresa poder ganhar, isso pode ser uma escolha necessária.

Ética, Confiança e Transparência: 
As mídias sociais e os replays também expõem e divulgam o jogo impróprio ou desonesto. 
O jogador que simula uma queda pode escapar de uma punição no campo, mas suas ações não irão passar despercebidas. 
Além disso, nos negócios e no esporte, quando as regras não são transparentes, você não pode confiar no ambiente.
Regras campo de futebol são transparentes; a FIFA não é.
A maioria das empresas não têm o benefício de replay instantâneo. 
Mas, como os acontecimentos dos últimos anos têm demonstrado muito claramente, as empresas que abandonam o elevado terreno da ética ou que fazem negócios obscuros podem incorrer em enormes custos, tanto econômica e, muitas vezes, muito pior, em termos de reputação.

Local, regional e global: 
Assim como muitas empresas se esforçam para operar com sucesso nos mercados locais, regionais e globais, assim também fazem as equipes de futebol: a partir de ligas do clube, para jogos internacionais a nível regional, a competição mundial na Copa do Mundo e Olimpíadas. 
Sucesso em todos os três cria campeões mundiais.

Globalização e Novos Mercados: 
Assim como a globalização leva as empresas a novos mercados ao redor do mundo, o futebol encontra mercados emergentes, também. 
A África está em ascensão no cenário do futebol do mundo, assim como acontece com empresas multinacionais. 
Uma distinção interessante entre negócios e futebol: 
Enquanto dois países mais populosos do mundo, China e Índia, se apresentam altamente nos planos de empresas globais, nenhuma delas vai entrar em campo no Brasil (a China se classificou em 2002.)

Liderança: 
As equipes só tem a ganhar com bons líderes. 
Líderes fortes, seja um técnico ao lado do campo, um líder dentro de campo, ou um CEO corporativo ou mesmo um gerente de linha, podem fazer a diferença entre vencedores e perdedores também.

Trabalho em equipe: 
Técnicos, treinadores, nutricionistas...
Não são apenas cerca de onze jogadores em campo. 
As melhores equipes investem em uma gama de recursos e estruturas de apoio para garantir que os jogadores maximizem a chance de sucesso. 
As melhores empresas oferecem níveis similares de apoio e recursos para seus melhores jogadores.

Paixão: 
Fãs apoiam equipes que jogam com paixão. 
Clientes apoiam os parceiros de negócios que trabalham com paixão por eles. O resultado? 
Parcerias valiosas a longo prazo. 
É muito mais fácil e muito mais rentável reter um fã satisfeito ou cliente do que criar um novo relacionamento.

Marca: 
Estrelas do futebol, como as empresas, sabem o valor de criação de marcas memoráveis. 
Recentemente, o nosso nome foi encurtado no mercado para JLL da Jones Lang LaSalle, e estamos muito satisfeitos com o resultado. 
Mas francamente, isso vai levar tempo para o nosso novo nome para competir com os gostos de Ronaldo, Xavi, Chicharito ou praticamente todas as estrelas do Brasil de Pelé a Neymar
Mesmo o presidente do Brasil durante a Copa do Mundo de 2010 foi por um único nome: Lula.

Sorte do sorteio: 
No final do dia, às vezes uma equipe ou empresa realmente precisa da bola a saltar o seu caminho. 
Mas, atendendo a prioridades como as acima resumidas, os melhores competidores tendem a ganhar apesar da sorte do sorteio.

Aproveite a Copa do Mundo! 
Mas, por favor seja multitarefa: 
Continue trabalhando produtivamente como você elogia seu time favorito.

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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Traballho: 5 considerações sobre produtividade e gestão

E cá estamos a comemorar mais um Dia do Trabalho.
Isso me fez aproveitar o feriado para refletir sobre o tema.

Afinal, é o trabalho que permite e provoca a movimentação do meio, nesse caso do meio corrente, conhecido como moeda corrente, ou seja, o dinheiro.
e sendo o meio um elemento de conexão entre pontos, sua principal missão é servir de referência de valor para alguma forma de troca.
e deve gerar lucro.

Se você imaginar que somos (syn! todos nós Seres Humanos também somos seres sistêmicos), estamos e vivemos em sistemas (portanto composto de três momentos sequenciais _ Entradas, Processos e Saídas) esse meio em questão ganha importantes e valiosos significados.

É a função trabalho que faz com que ocorra a fluidez de um ponto inicial até o ponto final (aquele ponto que pode ser, por exemplo, algo que se deseja atingir).
Vamos juntos então, navegar por alguns sistemas, para podermos avaliar melhor essa questão do trabalho e suas implicações diretas e indiretas.

Esse Ser País que ocupa uma extensão geográfica significativa no Ser Planeta.
Podemos nos considerar privilegiados por isso, pois nossa localização nos oferece terras férteis, rios caudalosos, variada vegetação, subsolo rico e um clima tropical. São recursos naturais disponíveis, prontos para serem trabalhados.
É aqui, nesse país que trabalhamos, que ocorre a fluidez entre o que fazemos (o esforço _ força e empenho) e o que realizamos (ou seja o resultado final, tanto para você como para o outro).
Ok!
Já estamos com dois sistemas envolvidos: o macro local e as pessoas.

Agora é que começam os desafios!
Precisamos incluir outros sistemas: social, político, econômico, empresarial, fiscal...
Lembrando que o tema em debate é trabalho, produtividade e gestão, vamos em direção ao principal sistema: o Ser Empresa.

Em minha atividade, tenho lido, observado e constatado que precisamos adotar urgentemente algumas ações, para que possamos fazer com que as futuras comemorações desse dia, tragam maior e melhor significado:

1. CAPACITAÇÃO:
Infelizmente, nosso sistema educacional está falho.
Com isso, todo e qualquer trabalho é realizado por meio do aprendizado direto (ou seja, alguém na sua empresa faz a atividade e ensina aos mais novos).
Existem prós e contras, como em tudo.
Porém, aqui me espanta que, tanto quem faz como quem está a aprender, apenas transmite e recebe esse conhecimento prático.
Falta adicionar um componente fundamental: o conhecimento teórico.
Se unirmos ambos _ teoria e prática _ ocorrerá uma manifestação positiva, pois permitirá a todos os envolvidos, em cada uma das etapas, desde o início até o final, poderem estar comprometidos não somente com o resultado, mas também com a correta avaliação do trabalho feito e mais ainda, com possíveis aperfeiçoamentos e melhorias, a serem aplicadas quando de nova repetição.

2. RECURSOS:
Quando falo em recursos, estou a dizer a oferta aos trabalhadores (sejam operacionais ou administrativos) de todo e qualquer material e ferramenta que necessitam.
Encontro em diversas empresas atividades sendo realizadas com recursos insuficientes e muitas vezes "adaptados".
Isso provoca atrasos, aumenta os custos e reduz a qualidade final.
Uma correta avaliação dos recursos para cada atividade provoca, no mínimo, satisfação de quem faz a atividade.
E no máximo, a satisfação do seu cliente, o que potencializa uma nova compra e indicações de compra (o que é fabuloso!).

3. PLANEJAMENTO:
Essa atividade ainda é algo vista como "perda de tempo".
E algumas empresas até o fazem, mas depois disso, deixam de lado, pois o mais importante é partir para a ação.
O planejamento é um investimento dos mais valiosos.
Requer a participação de todos da empresa.
Requer um compromisso com a correta leitura da realidade passada e atual, para buscar alternativas de futuro, que garantam a sobrevivência bem como um crescimento direcionado.
Além disso, evita a confusão que um crescimento inesperado!!!! provoca.
Evita aplicar recursos financeiros (tão árduos de ganhar) de maneira sentimental e depois ficar sem fôlego para os compromissos de curto prazo.
Precisa ser adotado como uma atividade dentro da agenda, se não de forma diária, que seja ao menos semanal, quinzenal e mensal.

4. COMPROMISSO:
Costumo dizer que o combinado não é caro.
Isso fica patente quando ao realizar, por exemplo, uma consultoria de processos, após feito o diagnóstico atual, proponho soluções e alternativas.
À partir daí, é importante que as pessoas envolvidas nas atividades que necessitam ser ajustadas, eliminadas ou incluídas, assumam de fato e de direito, o compromisso de que farão o seu melhor esforço, para garantir que as correções sejam feitas e se tornem uma nova prática.
Que se tornem um hábito.

Sabemos que as mudanças são traumáticas, porém, uma vez realizadas, podem produzir melhores resultados... ou não... mas somente assumindo o compromisso em realizá-las, será possível avaliar o resultado final.
não se pode deixar de fazê-las, apenas porque surgiram dificuldades, faltaram recursos ou a pior e mais pobre das respostas: falta de tempo!!!!!

5. RECONHECIMENTO:
Tema importante, delicado e gerador de angústias, inveja e mal-estar.
Será?
Todos nós precisamos de reconhecimento.
É parte fundamental de todo e qualquer sistema.
pois isso faz com que ocorra a tão necessária fluidez (que como já vimos, faz com que o lucro aconteça... E aqui não estou falando do lucro financeiro e syn! do lucro da vida).
Pode parecer difícil, mas se você começar a adotar essa prática, rapidamente notará mudanças nas pessoas que convive aí na empresa.
o reconhecimento deve servir tanto para aquilo que se identificou como gerador de melhorias, como para as falhas (afinal, sistemas falham).

Cada uma delas requer uma abordagem diferente na transmissão, para fazer valer a ambas as pontas (emissor e receptor).
Que tal começar a praticar amanhã?

CONCLUSÃO:
Entendo que há muito a se fazer.
Que o trabalho é a melhor maneira de se encontrar a realização.
Que precisamos unir trabalho a diversão, como fazem as crianças.
Que encontrar a melhor forma de se realizar um trabalho é algo que vai ajudar ao crescimento pessoal, empresarial, familiar, social e ambiental.
Que essas cinco considerações possam ajudá-lo a refletir sobre trabalho, produtividade e gestão.
Se quiser conversar, estou à disposição, syn!


PS: Se gostou, compartilhe com sua rede de contatos aí na empresa e nas redes sociais. Se tiver dúvidas ou queira compartilhar suas sensações, deixe seu comentário e conversamos. Syn! Vibro que aprecie muito!

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Quer vencer? Então PARE agora de: Achar, Tentar e Tômeiar

No desenvolvimento da ação de trocas de conhecimentos e experiências, algo que acontece tanto nas capacitações quanto nas consultorias e assessorias que realizo por esse Brasil adentro nas pequenas, médias e grandes empresas, sou constantemente agraciado pelos verbos achar, tentar e tômeiar.


De minha parte, entendo que somos seres humanos e por isso, somos realmente agraciados por já atingirmos esta fabulosa condição de Ser. 
E com esta noção muito clara e forte de já estarmos neste estágio da evolução de Ser, portanto ser humano, nosso desafio aqui neste ponto azul brilhante é aprofundar nosso conhecimento interior e poder então, quando de nossa passagem, subir para um novo nível de percepção.

O que isso tem a ver com sua empresa?


Vou explicar.
Começarei pelos primeiros três verbos acima, pode ser?


Achar. Seu significado você encontra aqui.

Tentar. Seu significado também está aqui.

Tômeiar. Este verbo não existe, mas o criei para justificar o conteúdo que aqui exponho.


São verbos que podemos usar em nossa vida pessoal e que (com exceção do terceiro, que não o pratico e sugiro que também façam o mesmo) mesmo assim, devemos aplicar na forma correta.
Se usarmos sem este critério e mais, dentro da empresa – da sua vida profissional - isso se torna uma enorme fonte de confusão, atritos e mal estar, que geram resultados ruins, perdas e são geradores de desperdícios fabulosos!
E, pasme, totalmente invisíveis, se não estivermos plugados e conscientes de quem somos e o que queremos ser.


Peço que imagine as seguintes cenas (para tanto, considere que os cargos podem ser qualquer um) para pensar na realidade de que é preciso parar definitivamente de usá-los da forma como aparecem e quanto ao tômeiar .... delete de sua mente:



Cena 1:
Em uma conversa entre o gerente de produção e o supervisor de um setor, quando o primeiro descobriu que o segundo não enviou o componente para o próximo processo e foi lá verificar recebeu a seguinte comunicação verbal:
“Pô! Eu ACHEI que ele é que vinha aqui pegar isso!”


Cena 2:
O diretor conversa com o gerente comercial sobre determinada condição para atender uma solicitação de um cliente. 

Após debaterem o que fazer, a frase final que fecha o diálogo é:
“Então tá, vou TENTAR falar com ele prá resolver de uma vez!”


Cena 3:
Surge uma situação em que o coordenador de compras precisa tirar uma dúvida sobre um item. Ele vai falar com o gerente de produto e após expor o fato, houve a seguinte frase:
“Putz! Desculpe, mas agora TÔMEIO ocupado, pode voltar depois?”
... imaginaram?


Tenho absoluta certeza que você já passou por estas situações acima e mais, isso acontece se bobear, não uma vez por dia, mas no mínimo duas com você e com todos da empresa.

Sinta agora o que isso gera, ao se tomar como unidade de medida o dia:
São 3 situações X no mínimo 2x ao dia = 6

Na semana isso se transforma em 5 dias X 6 = 30
Mensalmente significa 21 dias X 30 = 630
Portanto no ano teremos 630 X 12 = 7.560
Fazendo uma conta bem simples e assumindo que cada situação acima pode custar apenas R$ 10,00 encontraremos então R$ 75.600,00!!


Multiplique este valor pelo total de pessoas (diretoria, gerentes, supervisores e por aí vai) de sua empresa e encontre um espetacular e terrificante valor.
UAU!!!

Respire fundo 10X antes de prosseguir, para que sua mente possa reciclar-se com novo oxigênio e contenha sua vontade de se levantar daí agora e mandar todo mundo...
Muito bem!
Vamos prosseguir então...
O que fazer???
Simples e Complexo (como sempre!).


Precisamos reprogramar nosso Ser – Corpo, Mente e Alma – para que adotemos os verbos Aprender, Fazer e Aprimorar em cada uma das pessoas da empresa.


Isso deve começar por você. E ser multiplicado para que todos o pratiquem.
Além disso, outros elementos precisam a ser adotados, tais como o ciclo PDCA, análise de falhas, identificação dos processos (não somente produtivos, mas de informação, entre outros).
E outras ferramentas que, uma vez conhecidas, aprendidas e aplicadas de forma disciplinada, vão reduzir não somente o invisível desperdício acima, mas outros visíveis e que, com plena certeza, vão no mínimo, dar condições de aumentar a lucratividade e a rentabilidade de sua empresa, seja indústria, comércio ou serviços.


Se você se identificou e quer mudar este quadro agora, faça um contato com a Synerhgon http://www.synerhgon.com.br/ e solicite uma visita.
Com certeza vai ser e ficar muito mais barato, inteligente e produtivo, acredite.
Aguardo seu contato agora!

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