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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Traballho: 5 considerações sobre produtividade e gestão

E cá estamos a comemorar mais um Dia do Trabalho.
Isso me fez aproveitar o feriado para refletir sobre o tema.

Afinal, é o trabalho que permite e provoca a movimentação do meio, nesse caso do meio corrente, conhecido como moeda corrente, ou seja, o dinheiro.
e sendo o meio um elemento de conexão entre pontos, sua principal missão é servir de referência de valor para alguma forma de troca.
e deve gerar lucro.

Se você imaginar que somos (syn! todos nós Seres Humanos também somos seres sistêmicos), estamos e vivemos em sistemas (portanto composto de três momentos sequenciais _ Entradas, Processos e Saídas) esse meio em questão ganha importantes e valiosos significados.

É a função trabalho que faz com que ocorra a fluidez de um ponto inicial até o ponto final (aquele ponto que pode ser, por exemplo, algo que se deseja atingir).
Vamos juntos então, navegar por alguns sistemas, para podermos avaliar melhor essa questão do trabalho e suas implicações diretas e indiretas.

Esse Ser País que ocupa uma extensão geográfica significativa no Ser Planeta.
Podemos nos considerar privilegiados por isso, pois nossa localização nos oferece terras férteis, rios caudalosos, variada vegetação, subsolo rico e um clima tropical. São recursos naturais disponíveis, prontos para serem trabalhados.
É aqui, nesse país que trabalhamos, que ocorre a fluidez entre o que fazemos (o esforço _ força e empenho) e o que realizamos (ou seja o resultado final, tanto para você como para o outro).
Ok!
Já estamos com dois sistemas envolvidos: o macro local e as pessoas.

Agora é que começam os desafios!
Precisamos incluir outros sistemas: social, político, econômico, empresarial, fiscal...
Lembrando que o tema em debate é trabalho, produtividade e gestão, vamos em direção ao principal sistema: o Ser Empresa.

Em minha atividade, tenho lido, observado e constatado que precisamos adotar urgentemente algumas ações, para que possamos fazer com que as futuras comemorações desse dia, tragam maior e melhor significado:

1. CAPACITAÇÃO:
Infelizmente, nosso sistema educacional está falho.
Com isso, todo e qualquer trabalho é realizado por meio do aprendizado direto (ou seja, alguém na sua empresa faz a atividade e ensina aos mais novos).
Existem prós e contras, como em tudo.
Porém, aqui me espanta que, tanto quem faz como quem está a aprender, apenas transmite e recebe esse conhecimento prático.
Falta adicionar um componente fundamental: o conhecimento teórico.
Se unirmos ambos _ teoria e prática _ ocorrerá uma manifestação positiva, pois permitirá a todos os envolvidos, em cada uma das etapas, desde o início até o final, poderem estar comprometidos não somente com o resultado, mas também com a correta avaliação do trabalho feito e mais ainda, com possíveis aperfeiçoamentos e melhorias, a serem aplicadas quando de nova repetição.

2. RECURSOS:
Quando falo em recursos, estou a dizer a oferta aos trabalhadores (sejam operacionais ou administrativos) de todo e qualquer material e ferramenta que necessitam.
Encontro em diversas empresas atividades sendo realizadas com recursos insuficientes e muitas vezes "adaptados".
Isso provoca atrasos, aumenta os custos e reduz a qualidade final.
Uma correta avaliação dos recursos para cada atividade provoca, no mínimo, satisfação de quem faz a atividade.
E no máximo, a satisfação do seu cliente, o que potencializa uma nova compra e indicações de compra (o que é fabuloso!).

3. PLANEJAMENTO:
Essa atividade ainda é algo vista como "perda de tempo".
E algumas empresas até o fazem, mas depois disso, deixam de lado, pois o mais importante é partir para a ação.
O planejamento é um investimento dos mais valiosos.
Requer a participação de todos da empresa.
Requer um compromisso com a correta leitura da realidade passada e atual, para buscar alternativas de futuro, que garantam a sobrevivência bem como um crescimento direcionado.
Além disso, evita a confusão que um crescimento inesperado!!!! provoca.
Evita aplicar recursos financeiros (tão árduos de ganhar) de maneira sentimental e depois ficar sem fôlego para os compromissos de curto prazo.
Precisa ser adotado como uma atividade dentro da agenda, se não de forma diária, que seja ao menos semanal, quinzenal e mensal.

4. COMPROMISSO:
Costumo dizer que o combinado não é caro.
Isso fica patente quando ao realizar, por exemplo, uma consultoria de processos, após feito o diagnóstico atual, proponho soluções e alternativas.
À partir daí, é importante que as pessoas envolvidas nas atividades que necessitam ser ajustadas, eliminadas ou incluídas, assumam de fato e de direito, o compromisso de que farão o seu melhor esforço, para garantir que as correções sejam feitas e se tornem uma nova prática.
Que se tornem um hábito.

Sabemos que as mudanças são traumáticas, porém, uma vez realizadas, podem produzir melhores resultados... ou não... mas somente assumindo o compromisso em realizá-las, será possível avaliar o resultado final.
não se pode deixar de fazê-las, apenas porque surgiram dificuldades, faltaram recursos ou a pior e mais pobre das respostas: falta de tempo!!!!!

5. RECONHECIMENTO:
Tema importante, delicado e gerador de angústias, inveja e mal-estar.
Será?
Todos nós precisamos de reconhecimento.
É parte fundamental de todo e qualquer sistema.
pois isso faz com que ocorra a tão necessária fluidez (que como já vimos, faz com que o lucro aconteça... E aqui não estou falando do lucro financeiro e syn! do lucro da vida).
Pode parecer difícil, mas se você começar a adotar essa prática, rapidamente notará mudanças nas pessoas que convive aí na empresa.
o reconhecimento deve servir tanto para aquilo que se identificou como gerador de melhorias, como para as falhas (afinal, sistemas falham).

Cada uma delas requer uma abordagem diferente na transmissão, para fazer valer a ambas as pontas (emissor e receptor).
Que tal começar a praticar amanhã?

CONCLUSÃO:
Entendo que há muito a se fazer.
Que o trabalho é a melhor maneira de se encontrar a realização.
Que precisamos unir trabalho a diversão, como fazem as crianças.
Que encontrar a melhor forma de se realizar um trabalho é algo que vai ajudar ao crescimento pessoal, empresarial, familiar, social e ambiental.
Que essas cinco considerações possam ajudá-lo a refletir sobre trabalho, produtividade e gestão.
Se quiser conversar, estou à disposição, syn!


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terça-feira, 1 de abril de 2014

7 Valores das Empresas Vencedoras: Quais São as da Sua?

Quando se trabalha com gestão e desenvolvimento dos Seres Empresas, é importante estar avaliando os impactos que geram no Ser Ambiente.
Isso é vivenciar o Senso Sistêmico.
Isso parece, a princípio, ser de pouco valor para os diretores.

Porém, com o passar dos anos e o desenvolvimento dos negócios, em determinado momento, surge como elemento estratégico.
E os tempos atuais são a prova desse valor.
Em vista da importância do tema, traduzi um post que acredito, vai ajudar a refletir como os valores são importantes...
Muito se fala em cultura empresarial, aquela que é transmitida pelos diretores e gestores, certo?
Porém, para mim, o mais importante são os valores.

Valores são a base de qualquer cultura, assim como o 5S e a TPM são as da qualidade.

Nos meus trabalhos nas empresas, até onde já fui, descobri que a cultura não existe... ou seja, a cultura das empresas é não ter cultura alguma, infelizmente!!!

Aprecie o depoimento abaixo, de Tim Leman, CEO da GIBSON.
E depois comente quais são os valores de sua empresa.
Vale muito incluir seu comentário, para a troca inteligente e necessária de ideias reais.

Boa leitura! (os negritos são meus)

"Valores chave podem impulsionar você ou sua empresa para o sucesso. 
Eles abrangem tempo, as empresas e o segmento em que está inserida.
Aqui estão sete que me serviu bem:

1. Coloque seus clientes no topo da sua lista
Agora eu sei que este valor é debatido por alguns.
Não deveriam ser esses seus funcionários?
Você poderia fazer um "case" para isso. 
Mas se os seus funcionários são o foco número um, então você realmente só tem um clube de pessoas muito legais. 
E os clubes não são empresas. 
Talvez sejam seus proprietários? 
Eu entendo por que algumas empresas tomam essa atitude, mas busquem boa sorte dirigindo esse tipo de cultura quando o foco número um forem os proprietários.
Então, para mim, o motivo maior tem que ser as pessoas que pagam suas contas - seus clientes. 
Para começar, não estão resolvendo parte de seus problemas da sua missão? É provável que seja a paixão que impulsione o seu negócio!
Em segundo lugar, concentrando-se em suas necessidades e soluções para ajudá-los a vencer, vão ajudar muito na inovação e na condução em sua empresa.

2. É sobre a equipe, não você
Cerque-se de grandes pessoas
- Pessoas mais inteligentes e mais brilhantes e talentosas que você.
Dê-lhes uma pista para correr e evite obstáculos em seu caminho.
Os apoie e os alimente.
Que sejam o time de sua escolha. 
Eu vejo um monte de pessoas em cargos de liderança que estão subindo a escada apenas para seu próprio benefício.
São impulsionados pelo ego.
Ao longo do caminho você verá os destroços que deixam para trás.
Eles não percebem que terão mais sucesso ajudando os outros a vencer.
Sim, bons líderes são necessários. 
Sim, eles fazem a diferença. 
Mas bons treinadores não vão muito longe sem os jogadores certos.

3. Fazer as coisas certas é fundamental
O funcionamento de seu negócio com total integridade não pode ser uma opção.
E o mesmo vale para sua equipe.
Eles precisam ver essa integridade no topo e você deve manter todos responsáveis.
Isto significa tratar bem seus clientes e consumidores e, também seus fornecedores e principais centros de influência.
Isso significa fazer a coisa certa internamente também.
Você terá que tomar algumas decisões difíceis, mas você sempre pode ter certeza que está sendo feito da maneira certa.


4. Inovação vem de parceria e colaboração
Se você não está inovando, você está morrendo.
Inovação já não é mais nos grandes silos da empresa, onde uma ideia é executada por meio do marketing, o departamento de Pesquisa e Desenvolvimento, de volta à liderança e, em seguida, é empurrado para baixo para os "demais".
A inovação pode acontecer todos os dias - pelo menos deveria.
Você tem o dever de ouvir sua gente e seus clientes.
Você tem que observar o que os colegas e concorrentes estão fazendo.
E você precisa trabalhar em conjunto. 
Seus clientes querem ter sucesso e eles contam com você para levá-los lá. 
Eles não esperam que você tenha o monopólio do mercado em todas as grandes idéias. 
Eles só querem que você possa ajudá-los a ganhar.
Então quebre algumas louças. 
Desenvolva um novo produto em conjunto com um concorrente antigo.
Seja parceiro de um negócio complementar ao seu, para fornecer uma nova solução. 
Você vai se surpreender com o que você poderá desenvolver e quanta diversão há no processo.

5. Não há lugar para a energia negativa
Todo mundo, inclusive você, pode controlar a sua atitude e perspectiva.
A energia positiva é um longo caminho para superar os desafios diários e semanais que você enfrenta. 
Nem sempre tudo vai dar certo.
É como você lida com isso.
Um conselho de cautela:
não sufoque o feedback corretivo.
Certifique-se de seu pessoal sabe que você e sua equipe de liderança querem ouvir o que não está funcionando direito.
Mas ensine-os a virem com algumas idéias sobre como isso pode ser corrigido.
Ao observar os líderes positivos que eu conheço, eu às vezes ouço sussurros de outros como "eles fizeram bem, mas eles nunca enfrentaram o que temos" ou "desejo que eu pudesse ser tão feliz como eles foram". 
O engraçado é que eu sei que eles têm enfrentado enormes obstáculos e venceram. 
Eles só encontraram os desafios para serem oportunidades para melhorar e melhorar.

6. Trabalhar duro deve ser uma parte da receita
Seja o que for que você faz, você vai fazer mais do mesmo, tornar-se melhor no que faz, e, finalmente, ter mais sucesso quando você trabalhar mais nisso. Pergunte a qualquer empresário ou pessoa de sucesso e você vai, sem dúvida, ouvi dizer que eles trabalharam duro para chegar onde estão.

7. Esteja nisso para o longo prazo
Comprometa-se com o sucesso de seus colegas, a sua empresa e sua comunidade. 
Todos eles andam de mãos dadas. 
Crie um lugar onde sua equipe pode crescer e ser bem sucedido. 
Dê-lhes a oportunidade de brilhar. 
Faça os investimentos que precise para ser grande.
Isto inclui o seu tempo e os seus recursos. 
Às vezes, a grande recompensa virá depois que você se foi. 
Mas, isso é  que é um legado! 
E ajude a tornar sua comunidade um lugar melhor. 
Para muitos, isso só faz sentido e se sente como um dever. 
Mas se isso não acontecer, considere o lado do negócio. 
Sem uma comunidade forte, você não terá os consumidores que precisam de seus produtos e serviços. 
Você e seus clientes terão uma escassez de talentos grave. 
O que você tem, então?

Qual é o risco?
Os valores centrais são um guia fundamental para você e para o seu pessoal. 
Das atividades do dia-a-dia para a estratégia de longo prazo, eles vão manter você e sua organização alinhados, fora de problemas, e no caminho para o sucesso (seguido o caminho certo). 
Sem eles ....?

Enquanto eu entendo que os valores corretos são geralmente atemporal, há algo a ser dito para os "possuir". 
Se você não tem um conjunto de valores fundamentais ou não os atualizou com o tempo, eu sugiro um exercício conjunto com sua equipe para se desenvolver colaborativamente ou refrescar-se dos valores de sua organização. 
Começamos do zero, há alguns anos, mas quando tenho refeito essa lista do "novo", encontramos ela muito semelhante àquela de 1993.
A coisa mais importante é ter clareza em torno de seus princípios orientadores. 
Converse sobre eles muitas vezes. 
Exiba-os. 
E mais ainda, viva e siga-os em tudo que faz. 
Em breve ele vai se tornar uma segunda natureza para você e sua equipe.

UAUUU!!!!
Releia e reflita. 
Posso ajudá-lo a iniciar essa revisão de valores. 
É com isso que trabalho há mais de 30 anos.

http://synerhgon.com.br/
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quinta-feira, 20 de março de 2014

O novo desafio das Vendas e seus resultados em B2B. Momento de ousar.

Impressiona como a TIC está a reescrever tudo que se sabia e se fazia para que os negócios acontecessem.
Hoje estava no LINKEDIN e me chamou a atenção um post, sobre a nova forma de se fazer negócios.
Curioso, fiz contato com a pessoa _ Tim Peters _ e pedi que me passasse o link da imagem (que segue abaixo) onde se compara a
VELHA FORMA DE SE FAZER VENDAS com a 
NOVA FORMA DE SE VENDER.
Realmente, estamos em tempos de gigantescas mudanças e isso se torna a cada dia mais evidente quando se o assunto é VENDER.


Alguns pontos merecem destaque nessa comparação:

"VELHA FORMA DE VENDER"

COLD CALLS _ CONTATOS/CHAMADAS FRIAS
A forma tradicional de se chegar a um prospect, via leads. 
Normalmente via telefone, busca-se, por meio de um script bem construído, gerar uma reação junto aos leads, seja de dúvida, de medo ou de aprimoramento de algo que sua empresa realiza.

QUALIFY LEADS
Uma vez superada a resistência dos leads, caminham no FUNIL DE VENDAS para se tornarem prospects, aqueles que de alguma forma mostraram interesse em conhecer sua oferta.

SALES DEMOS
Após isso, partimos, em se confirmando o interesse do prospect, agenda-se uma DEMO, demonstração de seu produto e ou serviço.
À partir daí geramos uma proposta e abrimos a negociação, com vistas ao fechamento.

"NOVA FORMA DE VENDER"

REDES SOCIAIS
Indica que é fundamental que sua empresa, seu trabalho, seu negócio precisa explorar esse meio de comunicação.
Já não basta mais estar com seu website.
Estar no LINKEDIN, FACEBOOK, GOOGLEPLUS é o mínimo.
Além desses, TWITTER, PINTEREST e YOUTUBE passam a ser companhias que devem ser adicionadas.

ENGAJAR
Uma vez presente no turbilhão virtual, partimos para a construção do engajamento, que requer oferecer aos leads informações, notícias, dicas das mais variadas e até sobre seu ganha-pão.
Isso aproxima os leads, pois existe o efeito compartilhar, que acaba por espalhar aquilo que se postou e atinge mais e mais leads.
E dentro desses leads, acabará por aparecer os prospects, indiretamente.

EDUCAR/INSTRUIR
Esse é, para mim, o maior desafio de todos.
Tornar leads e prospects em clientes.
Requer um permanente contato.
Necessita oferecer uma intensa e deliberada informação sobre seu trabalho, o que pode gerar de benefícios e quais serão os resultados uma vez utilizados e usados e apreciados.
É algo muito, muito novo!
Por isso, assustador.
Requer uma total redefinição e releitura interna.
Portanto, prepare-se.... 
Pois isso é apenas o início de uma jornada da qual não existem ainda muitos parâmetros, metodologias e referências.
É preciso coragem.
É preciso navegar.
É preciso ousar.

Veja abaixo mais informações, com dados de 2009 a 2011, numa pesquisa da INSIDEVIEW:
Íncrível não é mesmo?
Pois caso queira conversar sobre como iniciar corretamente essa jornada para o futuro, entre em contato.
Será um prazer conversarmos.

http://synerhgon.com.br/
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segunda-feira, 17 de março de 2014

A Ciência da Emoção em Marketing: como nossos cérebros decidem o que compartilhar e em quem confiar

Acredito que, assim como eu, você também, com o passar dos anos, busca tornar sua atividade profissional, seja ela qual for, algo que lhe faça gerar centelhas sinápticas de criatividade e experiências para compartilhar com as outras pessoas que convive.

Apesar das dificuldades, dos desvios, dos erros, essas centelhas não param de acontecer... e isso é que nos faz prosseguir, levantar, cair, aprender, reaprender e avançar.
Acompanho já faz bons anos, além dos temas de engenharia de produção e TIC (ambos frutos de minha formação profissional) os de marketing (para entender a interpretação entre mercado e empresas) os de vendas (que são os mais desafiadores nessa relação), bem como o de relacionamento com clientes (que é, para mim, o segundo maior desafio de qualquer negócio, depois da venda).

Hoje, encontrei no meu email um incrível e muito bem redigido e resumido artigo da Courtney Seiter, à qual pedi para que postasse aqui, traduzido para o português, que é o tema desse post.
Espero que apreciem.
Está maravilhoso e com certeza vai ajudá-lo a entender como somos enquanto Seres Humanos e nossa interpretação nessa relação com o Ser Ambiente, principalmente com o advento das redes sociais, cada dia mais presente.
Boa leitura!! 
(observação: os negritos são meus).

Todos os dias nós sentimos centenas de diferentes emoções - cada uma diferenciada e específica para as situações físicas e para as  situações sociais que encontramos.
De acordo com a ciência, essas sensações não são assim tão complicadas. Um novo estudo diz que somos realmente capacitados para apenas quatro emoções "básicas" : 
felicidade
tristeza
com medo/surpreso e irritado/enojado.

Mas, assim como os  "molhos mãe" de cozinhar  permitem que você faça praticamente qualquer tipo de comida sob o sol, estas quatro "emoções mãe" se fundem em inúmeras formas em nossos cérebros para criar nossos guisados ​​emocionais em camadas.

A famosa "roda de emoções"  de Robert Plutchik mostra apenas algumas das camadas emocionais bem conhecidas.
Neste post vamos dar uma olhada em cada uma das quatro emoções, como se formam no cérebro e a maneira que elas podem  nos motivar  a ações surpreendentes.

Felicidade faz-nos querer compartilhar



O psicanalista  Donald Winnicott  descobriu que a nossa primeira ação emocional na vida é responder ao sorriso da nossa mãe com um sorriso nosso. 
Obviamente, a alegria e a felicidade  estão inseridas em todos nós.
O  córtex pré-frontal esquerdo  do cérebro é onde vivem os traços de felicidade, como otimismo e resiliência.

Um estudo feito no  Laboratório de Neurociência Afetiva  assistiu monges budistas e descobriu que o  lobo pré-frontal esquerdo de seus cérebros se iluminou  quando eles entraram em um bem-aventurado  estado de meditação.
Para além de nos fazer ...  digamos, feliz  ... a alegria também pode ser um motor de ação.

A descoberta de Winnicott do "sorriso social" do bebê,  diz-nos também que a alegria aumenta quando é compartilhada.
Não é de admirar, então, que a felicidade é o  principal motor para o compartilhamento de mídia social. 

Emoções em camadas e relacionadas à  felicidade  compõem a maioria da lista dos melhores pilotos de conteúdo viral como estudados por Fractl.
Jonah Berger, professor de marketing da Universidade de Wharton School da Pensilvânia e autor de  Contagious: Why things catch on, estudou quase 7.000 artigos no  The New York Times para determinar o que eles tinham de especial na lista dos mais comentados por email. 

Abigail Posner da Google descreve esse desejo como uma "troca de energia": 
"Quando vemos ou criamos uma imagem que nos anima, nós enviamos para os outros para doar-lhes um pouco de energia e efervescência. 
Cada doação mantém o espírito do doador. 
Além disso, todas as imagens de nós e dos outros nos lembram que estamos vivos, feliz e cheio de energia (mesmo que nem sempre nos sintamos assim). 
E quando nós "curtimos" ou comentamos uma foto ou um vídeo recebido, estamos enviando uma doação similar de volta para o remetente. 
Estamos a  afirmá-los. 
Mas, mais profundamente, este "doar" de compartilhamento contribui para uma troca de energia que amplifica o nosso próprio prazer - e é algo que estamos estruturados para fazer."

Tristeza nos ajuda a conectar e sermos empáticos



Costumamos olhar para a tristeza como o outro lado da felicidade, porém as emoções de tristeza e pesar acendem em muitas das mesmas regiões do cérebro como a felicidade.


Mas quando o cérebro sente tristeza, ele também produz determinadas substâncias neuroquímicas. 
Um estudo realizado por Paul Zak  olhou em particular para duas reações mais interessantes. 
Paul Zak colocou dois participantes do estudo para assistirem uma história curta e triste sobre um menino com câncer.


Ao experimentarem a história, os participantes produziram cortisol, conhecido como o "hormônio do estresse" , e oxitocina, um hormônio que promove a conexão e empatia. 
Assim, mais tarde, aqueles que produziram o maior número de oxitocina foram os mais propensos a dar dinheiro para outros que não conheciam nessa mesma situação.
Zak postula que a capacidade de oxitocina para nos ajudar a criar compreensão e empatia também pode nos tornar mais generoso e confiante. 
Em um outro estudo, os participantes, sob a influência da oxitocina deram mais dinheiro para caridade do que os não expostos ao produto químico.

"Nossos resultados mostram por que os filhotes e os bebês estão em comerciais de papel higiênico", disse Zak.

"Esta pesquisa sugere que os anunciantes usam imagens que fazem com que o nosso cérebro libere a oxitocina para construir a confiança em um produto ou marca, e, consequentemente, aumentar as vendas."

Medo / surpresa nos faz desesperados por algo para se agarrar



Embora aqueles que são propensos a ansiedade, o medo e a depressão também apresentem uma maior proporção de atividade no córtex pré-frontal direito, a emoção do medo é majoritariamente controlada por uma pequena estrutura em forma de amêndoa no cérebro chamada  amígdala (veja abaixo).



A amígdala nos ajuda a determinar o significado de qualquer evento assustador e decide como nós respondemos (lutar ou fugir).
Mas o medo também pode causar uma outra resposta que poderia ser interessante para os comerciantes em particular.

Um estudo publicado no Journal of Consumer Research demonstrou que  os consumidores que tiveram medo  enquanto assistiam a um filme sentiam uma maior ligação com um presente de marca do que aqueles que assistiram filmes que evocam outras emoções, como felicidade, tristeza ou excitação.
A teoria é que, quando estamos com medo, temos que compartilhar a experiência com outros - e se ninguém está por perto, até mesmo uma marca não-humana fará esse papel. 

O medo pode estimular as pessoas a conectar um maior apego  à marca.

"As pessoas lidam com o medo por ligação com outras pessoas. 
Ao assistir a um filme de terror eles olham um para o outro e dizer: "Oh, meu Deus!" e sua conexão é reforçada",  diz o autor do estudo Lea Dunn. 
"Mas, na ausência de amigos, o nosso estudo mostra que os consumidores vão criar apego emocional elevado com uma marca que esteja mais próxima."

Raiva / repulsa nos torna mais teimoso



O  hipotálamo  é responsável pela raiva, junto com um monte de outras necessidades de nível básico, como a fome, a sede, a resposta à dor e satisfação sexual.
E enquanto a raiva pode levar a outras emoções como agressão, ele também pode criar uma curiosa forma de teimosia on-line, conforme um recente estudo da Universidade de Wisconsin descobriu.

Nele, os participantes foram convidados a ler um post de um blog que contém uma discussão equilibrada dos riscos e benefícios da nanotecnologia. 
O corpo da mensagem foi a mesma para todos, mas um grupo fez comentários civilizados abaixo do artigo, enquanto outro fez comentários rudes que envolveu xingamentos e mais linguagem de indução da raiva.

Os comentários rudes feitos pelos participantes mostraram sua postura: 
Aqueles que pensavam que os riscos da nanotecnologia são baixos tornaram-se mais seguros de si mesmos quando exposto aos comentários rudes, enquanto que aqueles que acreditavam movido pelo outro modo se inclinaram mais ainda nessa direção.
Ainda mais interessante é o que aconteceu com aqueles que anteriormente não se sentiam de uma maneira ou outra sobre a nanotecnologia.

O grupo de civilizados não teve mudança de opinião.
Aqueles expostos a comentários rudes, no entanto, acabaram com uma compreensão muito mais polarizada dos riscos relacionados com a tecnologia.
Simplesmente incluindo um ataque ad hominem em um comentário do leitor foi o suficiente para fazer os participantes do estudo pensarem que o lado negativo da tecnologia relatada fosse maior do que tinham pensado anteriormente.
Assim, a negatividade tem um efeito real e duradouro - e é evidente na forma como o conteúdo é compartilhado, também. 
No estudo do New York Times já mencionado sobre conteúdo viral, algumas emoções negativas estão associados positivamente com a viralidade -  mais especificamente, a raiva.


Por que as emoções são importantes no marketing



O que tudo isso nos ensina como partícipes de mídia social e marketing? 
Quais emoções são fundamentais - talvez até mais do que se pensava - para o marketing?

Em uma análise do banco de dados do IPA, que contém 1.400 estudos de casos de campanhas publicitárias de sucesso, campanhas com conteúdo puramente emocional tiveram resultados cerca de duas vezes melhor (31% vs 16%) contra aquelas com conteúdo apenas racional (e um pouco melhor do que aqueles com conteúdo emocional e racional misto).
Isso faz sentido com base no que os cientistas sabem sobre o cérebro até agora - que as pessoas sentem em primeiro lugar, e pensam em segundo.

O cérebro emocional processa informações sensoriais em  um quinto do tempo do nosso cérebro cognitivo  necessário para assimilar a mesma entrada.

E uma vez que as emoções permanecem vinculadas a se basear em processos evolutivos que têm mantido os seres humanos seguros durante séculos, como a detecção de raiva ou medo, são tão primordiais que nós estaremos sempre ligados a prestar atenção a elas - muitas vezes com resultados surpreendentemente poderosos.

Como este: 
Em uma reviravolta na pesquisa de clientes, a Generac, um fabricante de geradores de emergência, foi perguntado a alguns de seus clientes para desenharem suas experiências com os geradores.

Eles viram os homens desenhando seus geradores como super-heróis que protegem sua família, e as mulheres desenhando o medo de ficar sem como a submersão do Titanic. 
Este exercício levou a empresa a mudar a sua comercialização a partir de especificações técnicas para depoimentos de consumidores reais contando suas histórias de como a Generac salvou suas vidas e casas. Isso tem ajudado a duplicar seus negócios nos últimos 2 anos para US$ 1,2 bilhão.

Emoção - o sentimento de superação de um medo primário - era o condutor que movia seus clientes.

É por isso que Abigail Posner, da Google, diz que não se pode subestimar a importância de compreender a ciência da emoção em marketing:

"Compreender o apelo emocional e os condutores principais para a descoberta, visualização, compartilhamento e criação de vídeo online, fotografia e conteúdo visual... 
Na linguagem visual da web, quando compartilhamos um vídeo ou uma imagem, não estamos apenas compartilhando o objeto, mas nós estamos compartilhando a resposta emocional que ela cria."

Demais hein?!?!
Espero que tenha apreciado.... vale reler e anotar aquilo que lhe despertou mais interesse, para posterior conversa com sua equipe, seus colaboradores e adequarem em seus planos de ação.
Fonte: http://bit.ly/1gGpEiy 

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