segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Produtividade: participação no CONAPROC com Lean Management e 5S

"O desafio de buscar maior produtividade é algo que temos o dever permanente de fazer."

Em Novembro de 2015 fui convidado pelo Engenheiro Civil Fausto Sabino da CONVERGE - SOLUÇÕES EM PRODUTIVIDADE para palestrar no CONAPROC BRASIL 2015, oportunidade em que tratei do tema LEAN MANAGEMENT e 5S no canteiro de obras.

Com esse objetivo, somado ao carinho e fabulosa dedicação que Fausto, ao me procurar, se envolveu aglutinando os mais reconhecidos especialistas em produtividade na construção civil, pude desenvolver - com abordagem que unia conceitos e sugestões práticas - essas duas ferramentas da qualidade.
Ambas já possuem histórico de vitoriosa aplicação e retornos.

E o CONAPROC - Congresso Nacional de Produtividade na Construção Civil foca na realidade que, sem medo de errar, pode ser associada aos vários segmentos de negócios desse nosso Brasil, sejam indústrias, comércios ou serviços.


 http://conaprocbrasil.com.br/


Apenas para ilustrar o que afirmo acima, um artigo publicado na Folha de São Paulo em 31/05/2015, cuja manchete dizia:

"Um trabalhador norte-americano produz como quatro brasileiros." - clique aqui para ler -

...nos traz de volta a essa difícil, mas não impossível realidade.
Pensei comigo...
Puxa vida! 
Até quando ficaremos nessa de "fazer corpo mole" ou "fazer o básico do mínimo"?
Já passou da hora de compreendermos que precisamos colocar as melhores cabeças pensantes junto com aqueles que estão no operacional e juntos, desenvolvermos formas e maneiras - somos criativos, certo? - inteligentes e consagradas para diminuir e eliminar essa perniciosa diferença.
Pontos a atacar de imediato, seja aí na sua empresa, departamento e você:

Nível Educacional: 
Planejar em suas agendas momentos semanais de capacitação e treinamentos. Tanto com as pessoas internas à sua empresa quanto com instrutores e consultores externos.
E não necessariamente no estilo "sala de aula".
Um encontro de 60 a 90 minutos com tema pré-definido e objetivos a serem alcançados, conhecido previamente pelos participantes já fará diferença.

Qualificação da Mão de Obra:
Existem várias e excelentes opções no mercado, prontas e com farta bagagem para atender pontos chaves em sua operação.
E reduzir a insegurança e a famosa "gambiarra".

Gargalos na infraestrutura:
Velho conhecido...
Mesmo ainda sendo nosso país um governo novo - 515 anos de vida - devemos cobrar incessantemente dos governantes que apliquem nesse tema, para possibilitar agilidade, rapidez e segurança nos deslocamentos dentro e para fora.

Investimentos em inovação e tecnologia:
Aplicação de incentivos internos aí na sua empresa, para que qualquer pessoa possa colocar suas ideias em pesquisa, formar times de inovação e contar com total apoio da direção e da gerencia.
Mãos à obra!

Se você acompanha meus artigos e postagens, sabe muito bem que sou fã dessas atividades e ações dentro das empresas.
Para evitar que esse momento, que agradeço, investiu na leitura e no vídeo da chamada da palestra, não fique apenas na memória, tome uma atitude:
Faça contato e vamos conversar!
O tempo flui quer queiramos ou não, concorda?
Então... próximo movimento é atuar firme na geração de produtividade.
Aguardo seu contato, syn!

video

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sábado, 19 de dezembro de 2015

6 pontos a avaliar em seu "Pit Stop" no campeonato profissional

Imagine que o ciclo de um ano é o seu campeonato profissional.
E que, após 12 meses de disputa, está prestes a terminar.
Oportunidade importante e necessária para aquele "pit stop" profissional.
Sugiro você o faça pelo menos nesse período de festas, caso não consiga durante o decorrer do ano (que é importante adotar) visto seu total envolvimento na dinâmica da disputa permanente.

Considero extremamente salutar esse investimento de seu valioso tempo no exercício de revisar os fatos e ocorrências de seu campeonato profissional anual que agora, queira ou não, chega ao fim.
Permite que, sem pressões externas e lutas internas, realize de maneira consciente, realista e com clareza sua sincera avaliação.
Faça uma lista e anote cada um dos pontos. 
Procure definir um peso de 0 a 5 e assuma que zero indica menor satisfação e cinco satisfação efetiva.  

Assim como nas corridas de automóveis, segue uma lista a considerar:

Troca de pneus afinal rodar 365 dias gera desgaste e dificulta a dirigibilidade com excessivo esforço e reflexos na baixa produtividade final, para que se mantenha na pista. 
Considere que seus pneus são suas metas de curto prazo e busque fazer essas trocas durante as 52 semanas. Inclua desde já em sua agenda para "evitar" esquecer.

Recarregar o tanque de combustível que é aquela energia interior que nos faz mover, dia após dia, superando os altos e baixos do cotidiano. 
Pense que seu combustível precisa de abastecimentos regulares e que isso inclui adicionar encontros informais, estar em palestras, fomentar a troca de ideias com colegas de profissão, presença ativa em grupos que curtem os mesmos temas, por exemplo.

Ajustes nos spoilers para que possa corrigir e se adaptar às mudanças de ventos e alterações climáticas do mercado.
São simples e pequenas correções que servem para ganhar mais velocidade e equilíbrio durante cada etapa diária, combater o estresse das mudanças de agendas, sem perder o objetivo ou sofrer deslizes que o levem a sair da pista.

Ajustes mecânicos sejam no motor ou na suspensão para suportar os trancos no asfalto e lavadeiras das pistas - oportunidades e riscos inesperados e concorrentes que disputamos dentro do segmento.
Sabe aquela terceira marcha que precisa ser esticada para melhor performance?
Ou aquela lavadeira que, volta após volta, você sempre acaba entrando de lado?
E os impactos fazem com que se sinta como se tivesse tomado uma surra?
Aqui considere adotar em suas atividades, breves momentos de parada, que podem incluir alongamentos e esticamentos, se levantar da cadeira e caminhar, idas ao banheiro com direito a jogar água no rosto e cabelos, entre outras. 

Ajustes telemétricos para organizar e limpar os bits & bytes dos bancos de dados, tanto nossos - pessoas físicas e suas caixas de entradas de emails e downloads realizados para leitura e aprendizado, documentos em espera de complementação, mensagens recebidas e enviadas, as que não foram lidas ou que lá ficaram após conhecimento - quanto das pessoas jurídicas e toda a comunicação e relacionamentos via internet e internamente.
Importante incluir também as mensagens recebidas de comunicações rápidas e instantâneas, que além de necessitarem percorrer até aquele ponto, entopem seu Smartphone, tornando-os lentos e irritantes.
Procure criar formas e maneiras de fazer essa gestão ser a mais produtiva e ágil para que, ao nelas estar, colha o que busca e delete o que não agrega valor para sua permanência.



Finalmente limpar a viseira para aprimorar a sensibilidade na leitura e tradução do que vivenciamos nas relações comerciais e gerenciais e reagir com maior segurança e confiança nas tomadas de decisões e suas ações.
Aqui convêm adotar um elemento extra profissional: cuidar-se como Ser Humano. Incluir além do horário profissional, atividades que lhe tragam maneiras inteligentes de "estar com você" e se presentear, como por exemplo terapias espirituais e psíquicas, artes, cultura, meditação, exercícios físicos, encontro com familiares e amigos. 
E o mais importante: habituar-se a sentir e refletir bom humor.
Vai ajudar a tirar a sujeira e a diminuir a sombra e o escuro que inconscientemente geramos.

Com essas práticas, poderá estar mais consciente e equilibrado para, com renovada energia, largar para mais uma jornada profissional no próximo campeonato que em breve se inicia. 
Sua lista de pontos e pesos que anotou cuidadosamente e classificou durante sua avaliação servirá de referência para o controle, comparação e aprimoramentos que acontecerão ao se iniciar o novo campeonato. E ao longo dos campeonatos, mostrará onde avançou, se manteve ou ficou para trás, para novo "pit stop".

Que possa lhe ser útil e ajudá-lo a vencer cada etapa - dia, semana e mês - traduzindo-se no desenvolvimento de sua carreira profissional, que é um elemento chave para a conquista de seus sonhos, suas metas e sua satisfação.

Boas Festas e Próspero Campeonato, syn!

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

O REI ESTÁ NU _ competitividade, burocracia, incompetência e corrupção _ ABIMAQ

Está a cada dia mais óbvio que o nosso "sócio público" não corresponde ao que se propõe.
E isso está tão alucinadamente gritante, que até os deficientes auditivos não aguentam mais!
Atingimos, enquanto país, o ponto mais alto da curva normal (desculpe-me... mas o correto aqui é "anormal") no que concerne ao esculacho em gestão pública.
Entendo agora, melhor que ontem, que tenho presença nesse quadro, algo que não desenvolvi durante minha juventude e que, nesse momento da história, busco me informar e reformar para, de alguma forma, poder contribuir com a sociedade, enquanto cidadão brasileiro e engenheiro consultor em gestão empresarial.
Nessa busca de crítica e autocrítica, quero aqui compartilhar a poderosa e necessária reflexão que tão corretamente está impressa no jornal INFORMAQ - Número 187 - Abril de 2015 - Ano XX, de autoria do senhor Alberto Aquino, diretor de Petróleo, Gás, Bionergia e Petroquímica da ABIMAQ.
Pude ler e reler durante o retorno de uma capacitação em KANBAN que ministrei na regional da associação em Piracicaba dia 06/05/2015.
Vale cada palavra e espero que leia, releia e faça sua reflexão. Os negritos são meus.

Desde sempre é voz geral que o grande problema da falta de competitividade brasileira tem como razão central a famosa tríade maldita: Juros, câmbio e tributos. Mas, se tanto se fala, tanto se estuda, tanto se propõe e nada acontece, devem existir outras causas mais profundas.
Os fatores da citada tríade, agravados por nossa precária infraestrutura, são considerados os vilões de nossa estagnação econômica porque estão na face visível do problema, mas estão longe de representarem a causa‐raiz
Se um determinado remédio é ministrado por um longo tempo e não faz efeito contra os sintomas de uma doença, ou é porque é inadequado ou o diagnóstico está errado. 
No caso da falta de competitividade, abrindo um pouco mais a lente, vamos nos deparar com outro conjunto de três fatores, que certamente antecedem os demais e estão no epicentro desse terremoto que não permite que nossa economia encontre um solo firme. 
Analisando desse ângulo mais aberto, lá estão: a burocracia, a incompetência e a corrupção, não necessariamente nesta ordem, até porque os três fatores são extremamente sinérgicos e autoalimentantes de tal forma que cada um deles potencializa os outros dois e assim por diante. 
A burocracia esconde a incompetência
Decisões demoradas, várias idas e vindas, organogramas contendo interseções de responsabilidades, exigência de inúmeras licenças, diversos níveis de fiscalização, muitas obrigações acessórias, entre outras, ao invés de contribuir para a transparência dos processos, torna‐os cada vez mais obscuros e torna difusa a cobrança na matriz de responsabilidades.
Por conta desse fato, abrem‐se as portas para a incompetência e para a corrupção
Deixa‐se de executar por causa da burocracia, quando na verdade falta gestão, coragem para assumir uma decisão ou insegurança para acolher uma alternativa. 
Por sua vez, a corrupção também é alimentada pela incompetência, pois processos mal conduzidos, muitas vezes sem nenhum dolo, abrem margens para “jeitinhos”, nem sempre muito ortodoxos, que geralmente escondem interesses difusos. 
A incompetência abre brecha para decisões políticas, facilmente contestáveis se demonstrada sua inviabilidade ou inconsistência com base em fatos concretos, na legislação ou nas melhores práticas vigentes. 
Mas, para subsidiar argumentos é preciso profundo conhecimento do tema e experiência adquirida, sempre usados dentro dos devidos princípios éticos. 
A corrupção e a incompetência aumentam cada vez mais a burocracia, com a falsa finalidade de dar mais segurança aos processos, quando, na verdade, viabilizam mal feitos dando‐lhes compatibilidade com a legislação vigente, no conhecido caso em que: 
É legal, mas não é ético. 
Contratos mal estruturados e cheios de cláusulas inúteis, editais mal elaborados, pouca padronização, falta de investimento em planejamento, estudos de viabilidade precários, decisões tomadas para agradar essa ou aquela corrente política ou plano de poder, furos constantes nos orçamentos, milhares de aditivos contratuais, falhas nos acompanhamentos físico e financeiro, entre outros fatores, podem configurar, conforme o caso, tanto incompetência quanto interesses transversos. 
Quando um país gasta muito, errado, superfatura ou trabalha sem eficiência e com desperdícios, precisa arrecadar mais e aumentam‐se os impostos.
Para acomodar interesses difusos pagam‐se propinas aos corruptos e oferecem‐se cargos aos “honestos”, que, muitas vezes, por pouca afeição às atividades a serem desempenhadas, ficam reféns de sua posição, salário e poder: 
“Jabuti não sobe em árvore. Se ele está lá é porque alguém o colocou”. 
Quando um país precisa de mais recursos, toma emprestado e, para isso, aumentam‐se os juros ou então usa este recurso para combater a inflação e a indústria perde em competitividade. 
Após descontar o que o Brasil perde nos intrincados mecanismos de corrupção e nas inúmeras idas e vindas dos meandros burocráticos, o pouco que sobra é mal utilizado. 
E, infelizmente, tudo vai continuar como está até aparecer aquela criança do conto do Christian Andersen e avisar que o Rei está nu.

Relendo mais uma vez agora, para ajustar alinhamento, fontes, tamanhos e negritos, reparei que uma das ações que tenho que fazer é aprender como tirar o Jabuti da árvore... e colocar outro ser, mais coerente com o que entendo ser a verdadeira razão de ser do "sócio público" nesse nosso país trilionário e com uma população ainda tão pobre :-(

Fonte: http://bit.ly/1ctGoz7
http://synerhgon.com.br/


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quarta-feira, 11 de março de 2015

As "Top 3" maneiras de ser um líder de negócios poderoso em 2020 - por INC.

Sabe aqueles desafios que você resolve encarar?

Sabe aquele paredão que você resolve escalar?

Sabe aquela oportunidade que você resolve abraçar?

Pois é exatamente disso que trata o artigo abaixo. 
E que me fez, como sempre acontece, parar para ler, refletir e repensar.

Repensar tanto a minha forma de trabalhar e traduzir esse esforço em resultados efetivos mas, principalmente, levar isso para os clientes, profissionais e sócios que encontro ao longo da jornada pela qual sou apaixonado.
Minha sugestão aqui é leia, imprima ou envie esse link para TODOS em sua empresa.
E se não se sentir confortável para fazer isso...
http://synerhgon.com.br/index.htm


Eis o artigo:

"Reinventar-se como um líder empresarial será fundamental ao longo de um próximo estalar de anos ... e é mais fácil do que você pensa com estes três passos."

Os empreendedores sempre abraçaram a inovação e a mudança, e reinventar a si mesmo como um líder empresarial será fundamental ao longo do próximo estalar de anos. 
Aqui estão os segredos para você se preparar para o sucesso:

1. Influencie a Flexibilidade de Sua Força de trabalho

A força de trabalho dos EUA está se tornando muito mais fluida, impulsionada pela ascensão de uma economia "on demand" movida por empresas como a Uber, bem como um desejo crescente das pessoas a terem mais flexibilidade em seus horários de trabalho. 
Em 2020, 40% da força de trabalho norte-americana será de freelancers, empreiteiros, consultores e trabalhadores temporários de acordo com o Relatório Intuit 2020. 
Pense nas maneiras pela qual você pode atuar com plataformas tecnológicas que proporcionam recursos "on demand" em áreas funcionais relevantes de sua empresa.

Um quadro-chave para se manter em mente quando se pensa sobre isso é "core" versus "contexto".

"Core é o que as empresas investem seu tempo e recursos naquilo que os seus concorrentes não têm. 
Core é o que permite a uma empresa ganhar mais dinheiro e / ou mais margem, e tornar as pessoas mais atraídas para uma empresa do que seus concorrentes," de acordo com Geoffrey Moore, que escreveu Crossing the Chasm (Cruzar o Abismo) e trabalha com empresas do nosso portfólio em seu movimento de estratégia de mercado. 
"Core dá um poder de barganha nos negócios: é o que os clientes querem e não podem obter a partir de qualquer outra pessoa." 
Em outras palavras, o "core" é fundamental para se manter dentro da empresa enquanto o "contexto" pode ser terceirizado.

Áreas a considerar seriamente na terceirização de uma perspectiva técnica são empresas de tecnologia de última geração, aproveitando a aprendizagem de máquina, inteligência artificial e robótica para entregar redução de custos e eficiência dos recursos aos seus clientes. 
Um exemplo disso inclui os sistemas de Kiva, o sistema de logística robótico adquirido pela Amazon. 
Outro exemplo disso é WorkFusion, uma plataforma SaaS (e no portfólio da minha empresa) que gerencia a coleta de dados, análise e síntese de aprendizagem emparelhada de máquina com analistas de dados humanos, e incrementalmente automatiza tarefas repetitivas ao longo do tempo.

2. Abrace a Diversidade

Há agora um foco de luz brilhante que está sobre as mulheres atuantes em capital de risco e startups de tecnologia do Vale do Silício, indicado por um recente artigo da Newsweek e por Kleiner Perkins-Ellen Pao em particular sobre o julgamento da discriminação.

Deixando a atenção da mídia de lado, muitos estudos agora têm mostrado que a diversidade - em todas as dimensões (sexo, raça, origem, etc.) - Tende a reduzir a probabilidade de pensamento de grupo ou a inércia do simplesmente "vamos empurrando", e resulta em melhores decisões .

Com base em pesquisa recente publicada pela Kellogg School of Management, Katherine W. Phillips diz que a diversidade em um grupo pode causar debate e até mesmo conflito, o que nem sempre é confortável, mas essa troca forçada de ideias e informações de perspectivas diversas, tende a levar a nova ideias, abordagens variadas e soluções para os problemas mais fortes.

Olhe para as pessoas que são diferentes de você e que podem ajudá-lo de forma complementar. Você vai ser capaz de construir uma empresa mais forte de forma mais eficiente, aproveitando os membros da equipe, conselheiros e membros da diretoria (mais sobre como escolher e alavancar o seu conselho aqui) com um amplo conjunto de fundos divergentes, conjuntos de habilidades e perspectivas.

3. Capacitar e Treinar a Sua Futura Força de Trabalho (e você mesmo)

Dada a rapidez com que a tecnologia está reinventando o mundo, fortes líderes empresariais devem ter um plano para manter seus próprios conjuntos de habilidades relevantes e proporcionar aos membros de sua equipe a oportunidade de fazer o mesmo.

As principais habilidades - e mentalidade - que a força de trabalho do futuro deve aprimorar incluem:

Negociação, Resolução de problemas e Gestão de relacionamento:

Estas são as habilidades críticas que podem fazer ou quebrar empresas por meio de interações da equipe ao lidar atividades com terceiros, tais como clientes, parceiros e fornecedores. 
Confira recursos no Projeto de Negociação de Harvard e Vantage Partners .

Marketing e RP:

Em um mundo de mídias sociais onipresentes, pense em sua equipe como um canal de marketing estendido para a sua empresa. 
Todos que trabalham para e com você devem ser capazes de, na etapa de conquista e desbloqueio, saber em que termos e como falar sobre o que sua empresa faz, e o que ela representa, de uma forma convincente.

Tomar o risco deliberado:

Capacite seus funcionários (e você mesmo) para pensar com ousadia e assumir riscos deliberados em todos os níveis - da resolução de um problema de projeto até a construção de um plano de carreira dentro da sua empresa. 
Recompense a mentalidade de crescimento (a crença de que o sucesso é resultado de esforço, pelo menos tanto quanto de aptidão) sobre uma mentalidade fixa (crença de que talentos são essencialmente inatos), com base nos termos das pesquisas feitos por Carol Dweck, da Universidade de Stanford. 
Aqueles que não são ágeis ou dispostos a pensar com ousadia estarão perdidos nos locais de trabalho do futuro.

Inspiração e Influência:

Os seres humanos sempre foram atraídos para a inspiração, com a tendência ainda mais pronunciada entre a Geração do Milênio. 
Capacite-se, treine-se e também a sua equipe para como definir uma visão clara, contar histórias convincentes, e obter outros animados e com poderes para alistar-se em um ecossistema ainda maior nesse poder que você está construindo.

Aproveitar os dados "inteligentes" e não os "grandes" dados:

Construir uma equipe que sabe como realizar de forma eficaz e eficiente para aproveitar as ferramentas de dados simples até análises complexas em todas as áreas de sua empresa. 
As empresas que vencerem terão força de trabalho que aproveitam as análise de dados como uma alavancagem para tomarem decisões mais inteligentes, mais rápido.

PUBLICADO EM: 11 DE MARÇO DE 2015
Fonte: INC
Artigo de KATHERINE BARR

http://synerhgon.com.br/index.htm


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