sábado, 28 de maio de 2011

o “Fator Nitroglicerina” e como evoluir com competitividade o seu “ser empresa”

Nos trabalhos de consultoria e supervisão que desenvolvo nos “seres empresas” e também nas capacitações (cursos, palestras, workshops e treinamentos) que ministro no país (nas entidades e in company), busco observar e verificar a veracidade do tema hora exposto.

Ao longo dos contatos com os “seres humanos” em suas jornadas cotidianas na busca de atender as necessidades, interesses e objetivos dos demais colaboradores, percebo que, muitas vezes – e que se não se cuidar, vira regra- , seja por questões hierárquicas (estar acima, abaixo, no mesmo nível ou em nenhum mas amigo do “rei” ), por questões personais (de cada pessoa, suas características, atitudes, heranças genéticas, suas personas, históricos e comportamentos) ou por questões temporais (a compressora relatividade do tempo) acaba-se por se deletar de maneira perigosa e desastrada essa poderosa e integrante parcela do relacionamento – “o desenvolvimento do senso de compromisso colaborativo e cooperativo” – em nome de uma urgência e emergência desnecessária e aqui entre nós, totalmente improdutiva, desmotivadora e pior, com uma única função:

Passar o “fator nitroglicerina” para o próximo o mais rápido possível.


- Ufa!
- Pronto!
- Passei-a para o outro e posso voltar a respirar e continuar minhas atividades!
os reflexos dessa ação egoísta e momentânea posso afirmar com toda certeza... você conhece muito bem!

E o que fazer, então, para eliminar esse “fator nitroglicerina”?

Entendo que um tripé contendo Sistema, Processos e Comunicação é o verdadeiro caminho para se obter uma real evolução competitiva.

http://synerhgon.com.br/conceitos.htm
Por Sistema estou falando de se usar a T.I.C. (Tecnologia da Informação e da Comunicação) para servir de fonte de referência a todas as atividades realizadas por cada um dos colaboradores. 
Já não mais é possível se imaginar qualquer “ser empresa” sem esse necessário e básico recurso, que deve funcionar de maneira integrada e em constante e vivo processo de mudanças e atualizações (incluindo Hardware e Software e Meio).
E mais, de hoje em diante a mobilidade passa a ser o mais novo e decisivo elemento e um grande desafio aos colaboradores responsáveis pela T.I.C. dentro do “ser empresa”.

De forma rápida, vai uma primeira sensação sobre Sistema.
Bem, posso afirmar que ele é tudo, desde você que está lendo isto, portanto um “Sistema Ser Humano”, sua empresa, portanto o “Sistema Ser Empresa”e o desafiador “Sistema Ser Ambiente”, aqui entendido como tudo que não é você nem os outros e muito menos o local de seu trabalho... engloba todo o resto (e que resto, hein!).

Por Processos entende-se que todos os colaboradores, estejam em qualquer departamento ou localidade, devem estar em constante treinamento e educação para desempenharem suas atividades de maneira plena, correta e com retrabalho zero, o que significa zero desperdício de tempo, zero desmotivação e zero dúvidas do que e como fazer.

Além disso, os processos devem ser claros, inteligíveis, padronizados e de fácil acesso, para que motivem os colaboradores a irem além do que já fazem cotidianamente e ampliem suas capacidades e competências, seja em seu departamento, seja em outros.
Apenas para exemplificar a importância que precisa ser adotada, um processo que deve ser parte de cada departamento (e portanto de cada colaborador) é o do Ciclo PDCA, para garantir e desenvolver individualmente (e portanto coletivamente) o necessário e vital senso empreendedor.

Finalmente, por Comunicação estou dizendo da simples e difícil importância do “contar a história”.

Está bem, eu sei, realmente é maçante ter que ficar “contando histórias” (ou 
seja, digitando byte a byte no Sistema ou no Bill Gates_Office_da_vida) cada atividade realizada e seu resultado mas, pare e pense ... como é bom quando você acessa uma informação e encontra lá não somente o que buscava, mas um detalhe ou dica a mais, que vai lhe ajudar a dar o próximo passo ou a tomar a decisão, concorda?

Ao se decidir por transformar o “fator nitroglicerina” em “desenvolvimento do senso de compromisso colaborativo e cooperativo” é necessário contar com a ajuda externa de consultor (aquele que sente de fora e provoca de dentro) e desenvolver um plano de ação que conte com a participação verdadeira, completa e permanente de, pelo menos, os principais colaboradores, fornecedores e sem dúvida, seus clientes, tanto internos quanto externos e superar o antigo e ultrapassado conceito de que “eles não sabem de nada e nunca vão entender o que é isso”, para construir uma evolução competitiva realista e vencedora.

Para começar a caminhar de forma plena e consciente nessa direção, entre em contato e solicite uma reunião ou acesse agora www.synerhgon.com.br


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terça-feira, 3 de maio de 2011

A eterna busca da harmonia entre Oferta e Demanda e possíveis possibilidades no Ser Empresa _ Nobel de Economia

Em 12 de outubro de 2010 a mídia divulgou os agraciados com o Prêmio Nobel de Economia pela Academia Sueca de Ciências, em sua 42ª. edição: 
Os norte-americanos Peter Diamond (70 anos) e Dale Mortensen (71 anos) e o britânico-cipriota Christopher Pissarides (62 anos). 

Eles vêm estudando as demandas dos mercados e as dificuldades em correspondê-las com as ofertas disponíveis, desde 1970 (portanto com cerca de 40 anos de dedicação... uau!!!!).

O estudo conhecido como “análise dos mercados e suas fricções de busca” mostra que, teoricamente, existem problemas importantes que impedem que a demanda se iguale a oferta, desde setores como Consumo até o mercado de Trabalho.

Isso chamou minha atenção.

E, como um hábito que adquiri desde que iniciei o último ano do curso de engenharia de produção em 1983 (graças a brilhantes professores que tive o privilégio de conviver) acabei por guardar o artigo que saiu no jornal e já o reli algumas vezes.
Assim, tornei-me seguidor facebookiano da academia e passado a acompanhar mais de perto essa referência de excelência em premiar financeiramente pessoas que buscam encontrar caminhos e indicar soluções às questões que nos deparamos no desenrolar da Vida.

O estudo agraciado (desenvolvido com modelos teóricos) mostra que, por exemplo, quando se trata de Consumo, há um desencontro entre os desejos dos vendedores e dos compradores
Em minha caminhada como consultor e estudioso do Ser Empresa que entre outras atividades (tais como Logística, Industrial, Qualidade, Marketing e Atendimento ao mercado) também atuo com o Comprar e o Vender, tive que engolir a seco essa delicada verdade e... parar para pensar e refletir sobre até que ponto isso ocorre e o que é possível se fazer para tornar esse desencontro menos dramático para este Ser Empresa.
Assim, tomei como ponto de partida a própria entidade Ser Empresa.

Ela possui ambos Compras e Vendas – e se realmente existe o desencontro entre os desejos de ambos que se reflete em desarmonia entre demanda e oferta, podemos entender que:
- Isso afeta de modo significativo o fluxo de caixa financeiro.
- Põe em risco a possibilidade de flexibilidade de negociação para ambos.
- Por outro lado, limita o aproveitamento momentâneo de se obter melhores condições para excelentes fechamentos de negócios.
- Indica que é fundamental se criar uma forma de comunicação (que entendo ser o B.I. – Business Inteligence) para servir de ferramenta de apoio presente e em tempo real para mostrar que a uma proposta em aberto e em negociação, quais serão os possíveis impactos a curto, médio e longo prazo, por exemplo.

Como observador externo e com a missão de, em meu trabalho dentro do Ser Empresa, buscar harmonizar, facilitar, desenvolver e aprimorar seus processos e principalmente os Seres Humanos que lá estão e realizam suas atividades, posso afirmar que algumas ações podem ser aplicadas para que esse desencontro (ao menos internamente) seja atacado e possa garantir melhor desempenho, a saber:

- Definição clara dos processos de cada departamento, em especial o de Compras e Vendas.
- Ambos são o que chamo de principais Entradas do “sistema ser empresa”, pois estão em permanente relacionamento com o mercado (simbolicamente podemos assumir que são os “ouvidos” de sua empresa).
- Educar e treinar cada um dos Seres Humanos envolvidos diretamente com o mercado (os colaboradores de Compras e de Vendas) e também os indiretamente (aqueles lotados em Atendimento ao cliente, Assistência técnica e Logística de contato). 

Isso para que desenvolvam a sensibilidade de captar todas as informações, nuances e detalhes em cada contato realizado com o mercado (sejam clientes ou fornecedores) e, mais desafiador ainda, trazer isso para dentro do Ser Empresa de maneira padronizada para agregar valor ao B.I..
É preciso educar e treinar também para que desenvolvam o “senso sistêmico”.
- Criar o hábito de Compras e Vendas se comunicarem no mínimo uma vez por dia para a troca de informações (e portanto de conhecimento expandido) dos dois lados do mercado.
- Que ambos possam ao menos ler, entender e interpretar o fluxo de caixa para servir de ferramenta de apoio nas tomadas de decisão a cada negócio efetivamente e positivamente fechado.

Aos diretores fica minha calorosa observação:
Ambos – Compras e Vendas – são cargos de confiança extrema (e não apenas o Financeiro ou os demais) e por isso, precisam estar equipados com os recursos necessários para sua efetiva e eficaz ação e necessitam de transparência em suas políticas departamentais, para que sempre estejam motivados e sensibilizados no desenrolar de suas atividades e compromissados com o Planejamento Estratégico Anual.

Acredito que, uma vez adotadas as sugestões acima, existe grande e real possibilidade de se minimizar o desencontro entre a demanda e a oferta, ao menos internamente em seu Ser Empresa.
Já para o Ser Mercado.... isso é outra história!
Para obter mais informações de como iniciar já essa harmonia entre a oferta e a demanda internamente, faça contato agora ou acesse www.synerhgon.com.br  e solicite uma reunião.

http://synerhgon.com.br/conceitos.htm
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