terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O Ser Humano e o Ciclo da Resiliência na jornada pessoal e profissional _ #FatorSYN!

Oportuno conversar sobre os desafios que são nossa jornada pessoal e principalmente profissional e seus reflexos dentro de cada um de nós.

Vivemos em momento para lá de especial!
Hoje é possível escolher uma profissão (ou criar a sua) que mais possa unir sua verdade, sua missão, sua paixão e seu interesse e com isso buscar a realização do viver, do conviver e o melhor de tudo, colher resultados.
Se, por um lado, isso significa libertar-se dos estigmas das heranças profissionais e das profissões chavões (das quais sou parte, como engenheiro de produção), também mostra que o desafio permanece o mesmo, ou seja, como transformar sua paixão em uma profissão que possa lhe render dinheiro (a tal moeda corrente, o meio circulante) e garantir ao menos sua sobrevivência ao longo da jornada terrena?
interessante...

Faz-me lembrar dos tempos de nossos bisavós e anteriores, quando havia reis e rainhas e toda uma diversidade de profissões, com certeza em menor escala do que as atuais e com mais certeza ainda as futuras, porém, sempre com o mesmo desafio.

Ao longo de toda história, um dos pontos críticos que nos afetam, independente da opção profissional, e que geram impactos turbulentos enormes, são os eventos dos quais não temos controle e nos pegam de frente, na cara, na carne, na alma...
E quando isso acontece.... fatalmente seremos arranhados, arrochados e arrancados com raiz e tudo.
Iniciamos então uma jornada de difícil caminhar e que, caso não busquemos e tenhamos apoio (familiar, psicológico, filosófico, amigos) seremos atirados no temível buraco escuro da depressão.

Mas os tempos são outros.... e incríveis!!!
Recentemente, estudos e pesquisas, que continuam a serem feitos e aprofundados, mostram que existe um ciclo comum na grande maioria dos seres humanos, quando encaram eventos dessa natureza.
e o que mais chama a atenção é que este ciclo – e aí está o grande trunfo – que nos derrubou no buraco escuro da depressão possui uma escalada para nos fazer superar as adversidades e os acontecimentos desagradáveis, cujo significado e resultado é nos fortalecer, para espiralar novamente a jornada da vida.
É o Ciclo da Resiliência.

http://www.shineyournature.blogspot.com.br/
Este ciclo, que caminha no tempo-espaço, é composto de oito fases: 
Choque
Negação
Revolta
Súplica
Depressão
Reflexão
Aceitação e 
Aprendizado

E é necessário percorrê-lo, fase por fase, para que se possa ao final, prosseguir em frente a sua jornada.

Aqui as dicas são:
. Caso ocorra, não se deixe iludir, enfrente-o.
. Caminhe por cada fase, porém respeite-se muito e busque vivenciar por completo o que ela representa.
. Saiba que por mais difícil que seja cada fase, ela precisa ser trabalhada, esculpida, digerida, absorvida.
. Isso deve ser feito tanto sozinho (algo desafiador!!) quanto com os apoios disponíveis.
. Seja sincero consigo e esteja ciente, consciente e não se deixe enganar.... leva tempo, syn!
. Quando sentir-se no fundo do buraco, construa  e creia em sua Autoconfiança, Autoimagem e Autoestima.
. A escalada de retorno terá início à partir daí, com as fases de Reflexão e Aceitação.
. finalmente chegará a última fase, a do Aprendizado.
Esta fase não é o fim, apenas o retorno à realidade, com melhor discernimento das ilusões.
E a partir daí, acredite, você estará fortalecido e confiante para, simplesmente, continuar, firme e forte.

Este Ciclo da Resiliência, faz parte de nosso desenvolvimento, ainda mais se você for do tipo empreendedor, irrequieto, observador ativo.
Assim, uma vez sabendo que o ciclo existe e que você irá vivenciá-lo, nada melhor que conhecer suas fases e acreditar que, dentro do tempo-espaço individual, único, somente seu, irá superá-lo.

Afinal, vivemos o melhor momento da história.
E nada melhor do que estar preparado, pois assim você e sua jornada pessoal e profissional só terão a ganhar e agradecer, para amanhã dar o próximo passo, em busca da realização plena.

Fontes:
http://synerhgon.com.br/index.htm

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domingo, 30 de setembro de 2012

A união do "boca a boca" ao "byte a byte" ou... bye bye baby!

Seja lá o que faz para que seu trabalho e negócios aconteçam, uma coisa é certa:
Com divulgação os resultados tendem a acontecer de forma mais rápida e assertiva.
Isso me faz recordar algo que aprendi há muito tempo, a diferença entre propaganda e promoção:
Propaganda leva o seu produto ou serviço ao cliente.
Promoção leva o cliente ao seu produto ou serviço.

Ambos servem de meio, de caminho, de ponte para que o cliente parta para a ação e adquira o que deseja ou necessita quando é informado sobre o que você oferece.
isto ficou ainda mais dinâmico e sutil nos tempos atuais.
além das mídias tradicionais _ rádio, TV, imprensa escrita, telefone, panfletos e seu cartão de visitas _ e do poderoso boca a boca, vivemos algo extremamente novo e por isto mesmo um paradigma a superar: o byte a byte!

O fenômeno explosivo _ e sem volta _ das Redes Sociais, Redes Profissionais, Emails, Chats, Torpedos e afins, amplia, transforma e aproxima rapidamente seu trabalho do mercado consumidor.

O fato da Internet _ disponível 24 horas, 7 dias por semana e 365 dias do ano _  já ser parte integrante de seu dia a dia profissional (e se ainda não.... melhor começar ontem!!!) e onde ao menos o Email é componente chave para o sucesso, desde o início da década de 1990, sem dúvida alguma é um importante aliado, concorda?
Pesquisas indicam que atualmente 42% das pessoas conectadas preferem receber Email aos demais veículos promocionais da Internet.
Isso mostra que este meio, hoje já amadurecido (bye bye Fax!), exerce uma força enorme para a divulgação de seu trabalho.

Além do Email, faz-se necessário incluir em seu plano de marketing e vendas byte a byte a adoção dos demais, pois somente acreditar que seu website ou blog vão atender e gerar resultados positivos é manter a mesma frustrante ilusão de que seu ponto físico já é suficiente para atingir os resultados esperados.

Ou seja, é preciso Planejamento.

http://synerhgon.com.br/SYNERHS_curso_planejamento.htm

A realidade mostra que somente ao desenvolvermos relações prósperas e verdadeiras com o uso equilibrado e harmônico dos elementos presentes tanto internamente (seu local de trabalho, seja você um profissional liberal, empreendedor, empresário) como externamente (público alvo, família, sociedade, natureza) liberta o imenso poder que se traduz em resultados positivos.

Assim, trate de se mexer e adicionar ao boca a boca o byte a byte..... ou bye bye baby!!!!
Caso haja interesse, entre em contato e vamos conversar.
Creio que posso ajudá-lo nessa jornada, syn!

veja como isso está atualmente
em vídeo de Erik Qualman _ Socialnomics:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=0eUeL3n7fDs 




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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O poderoso desafio da sinergia entre as realidades concretas e virtuais: a aproximação possível e necessária _ Vendas

Em 1978, junto com amigos da faculdade de engenharia, tive o primeiro contato com um produto novíssimo, chamado computador, que naquele momento precisava de um gravador de fita cassete para servir de HD, com espetaculares 200 Kbytes de memória. 

Ontem, com o lançamento oficial de um serviço para criar e desenvolver relacionamentos virtuais por email, redes sociais e profissionais para a promoção de pessoas, empreendedores, profissionais liberais, empresas, serviços e produtos, sinto e comprovo que muita água rolou rio abaixo e bytes acima.

E o que, até ontem, reforça hoje mais uma forma de desenvolver uma das minhas paixões profissionais – gerar sinergia para unir oferta e demanda – mostra com grande certeza que as grandes mudanças em TIC (Tecnologia da Informação e da Comunicação) que presenciamos diariamente são tão incríveis que ultrapassam nossa capacidade de... processamento mental e real!

A realidade concreta, essa que nos rodeia e oferece suporte físico, também evoluiu desde 1978.
O que é evidente é que as velocidades entre as realidades concretas e virtuais acontecem em ritmos diferentes.
E o impacto nos relacionamentos é evidente!

É fácil sentirmos... 
Se, por exemplo, vamos a algum comércio real de varejo e não encontramos aquilo que buscamos ou o atendimento não é o mínimo esperado, podemos e vamos simplesmente virar as costas e.... hasta la vista, baby!

O mesmo acontece na realidade virtual, e de forma idêntica, certo?

Quase!!!!

A grande diferença, desde que haja real interesse em quem oferece, é que na realidade virtual é possível acompanhar cada momento da interação e iniciar a qualquer instante um relacionamento com quem demanda, antes que vire as c...clique bye bye!

Isso provoca uma reação em ambos e vai potencializar o desejado “aperto de mão”

É possível realizar essa mesma aproximação no mundo real?
Sem dúvida alguma, syn!
Mas vai ser necessário investir em capacitação de atendimento e aprimorar um melhor uso dos recursos disponíveis, algo que ainda é um enorme paradigma e provoca calafrios nos dirigentes.
O fato é que existe esta, agora mais do que nunca necessária, aproximação sinergética.
E isso é o que vai se tornar, cada dia mais presente, como o elemento principal para que o prazer de fluir a riqueza possa acontecer, contribuindo e construindo relações significativas, únicas, poderosas, integradas, sustentáveis e próximas entre as realidades disponíveis.
Para saber mais e solicitar um contato agora, clique aqui 
http://synerhgon.com.br/SYNERHS_curso_venda_pos.htm
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domingo, 15 de julho de 2012

A integração sinergética possível e necessária entre o Ser Indivíduo e o Ser Empresa _ homenagem a OSHO _ mais uso do #FatorSYN!

Ao viver e conviver dentro da realidade empresarial (aquela que estamos até aqui nos capacitando a absorver) nota-se que, apesar das mensagens móveis dos corredores e da “rádio-peão”, tais como:

“- Puxa! Vivemos tempos de mudanças rápidas!”
“- Nossa! Que loucura esses tempos!”
“- Está muito difícil acompanhar as mudanças atuais!”

E outras constantes expressões similares, o que mais está a chamar a atenção para uma verdadeira e necessária passagem pelos eternos “tempos de mudanças” é uma tremenda dificuldade que o Ser Indivíduo, inserido e parte viva do Ser Empresa (independente de sua posição "orgasmogramica") possui de 
compreender, 
interpretar e 
responder.
http://synerhgon.com.br/conceitos.htm
Afinal, estamos sempre tão atarefados, concorda?
E, com certeza absoluta, ninguém gosta de receber críticas, não é verdade?

Pois uma das formas de encarar o cenário acima é adotar uma postura SYN!

Vou explorar isso, trazendo a esse conteúdo uma necessária e mais do que presente daqui em diante, quebra de paradigma para você adotar já!

Caso queira realmente encarar esse turbilhão em que está envolvido (imagine-se dentro de um liquidificador super potente e.... ligado no 220V!) adicione aos temas de Administração, Finanças, Operação, Sistemas, TIC, Marketing e afins, um conteúdo que chamarei de Holístico.
Syn!

Já está passando da hora, sabia?
Comece a incluir em seu precioso e valioso tempo dentro do seu Ser Profissional, a Holística.
E assuma a sã loucura de expandir isso além das fronteiras de “seu quadrado”, ai dentro do Ser Empresa.
O momento planetário berra por isso.
O momento universal berra por isso.
Está ensurdecedor!!
E só não ouve (aliás ouvir agora já é muito pouco... é preciso ampliar e incluir todos os sentidos e mais alguns) quem não quer.
como exemplo, vai uma citação (o correto é uma mensagem para meditação, mas não quero assustá-lo mais e falta pouco para você acabar de ler esse post) de OSHO.

http://www.shineyournature.blogspot.com.br/
É uma homenagem que resolvi fazer nesse mês de julho de 2012 a essa pessoa, que se tornou especial, pois compreendeu o valor holístico das coisas.  
Boa leitura, reflexão e faça como as crianças..... divirta-se!

151. CRITICISMO:
Sempre que você estiver a ponto de criticar algo, primeiro decida o que você dará como alternativa positiva a ele.

"Se você não puder pensar em uma alternativa para a sua crítica, espere. Não faça a crítica, porque ela é inútil. 

Se você diz que esse remédio não é o correto, talvez esteja certo; mas, então, onde está o remédio correto? 
A crítica nunca traz evolução. Ela é boa como parte de um programa positivo. Assim, primeiro decida sobre o programa positivo e, mantendo um olho no programa positivo, critique. 
Então sua crítica será muito valiosa, apreciada até mesmo por aqueles que você critica. 
Ninguém se sentirá ofendido por ela porque, enquanto você estiver criticando, estará continuamente mantendo alguma alternativa positiva em mente e propondo algo."

Para mais informações:
Livro: OSHO TODOS OS DIAS    365 meditações diárias    VERUS Editora
Holísmo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Holismo

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Como navegar de forma segura na Internet _ CERT

Amadurecer no uso consciente, seguro e disciplinado da Internet é fundamental para você, uma vez que não mais será possível vivermos fora do WWW, seja em Desktops, Notebooks, Netbooks, PADs ou Smartphones (por enquanto).

Assim, indico a recentíssima publicação abaixo, para que possam aproveitar ao máximo tudo de fantástico e maravilhoso que esta tecnologia permite.
compartilhem, divulguem e garantam uma navegação repleta de ideias, relacionamentos e sucesso, sem riscos desnecessários.

_ para acessar a Cartilha de Segurança _ clique aqui


_ para acessar a 4 vídeos com dicas importantes _ clique aqui

Boa Webnavegação ou como digo, webrolê para você!!!

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domingo, 13 de maio de 2012

Capitalismo Consciente _ Rajendra Sisodia: o próximo passo

A busca de soluções para o enfrentamento deste momento de tremendas tempestades que ainda estão em fase ascendente na curva normal da história terrestre (o pico se aproxima para que se possa então iniciar a descida _ que vai significar a vivência de uma nova, necessária e muito mais sinérgica cooperação entre todos os Seres e as Fontes) está a gerar alternativas para principalmente aqueles que assumem uma posição de destaque e de liderança nos Seres Empresas.

Esta busca, importante e fundamental, traz a oportunidade de se apresentar conceitos refinados, fruto da dedicada e esforçada vivência própria, de erros e acertos de ontem, do respeito pelos fatos coletados e da aplicação da TIC (Tecnologia da Informação e da Comunicação) complementando nossa inteligência e nossos Sensos e Sentidos.

Assim, foi com atenção e carinho que li, refleti e aqui incluo, para que possa servir para sua análise e debate tanto pessoal como grupal (seja seu time, sua equipe, seus gestores) e colaborar com a criação consciente de hipóteses (Planos de Ação) para aplicação:
http://www.consciouscapitalism.org/
Indiano prega 'Capitalismo Consciente' contra a crise (fonte: Jornal Floripa)

"Criar uma rede harmônica entre clientes, trabalhadores, fornecedores.
Pensar no objetivo maior da empresa.
Com essas linhas, o indiano Rajendra Sisodia, 53 anos, defende a implantação do "capitalismo consciente" nas empresas.

Professor de marketing e negócios da Universidade de Bentley (Boston, EUA), ele virou guru de empresários como Abilio Diniz.

Para Sisodia, a ideia "pode soar romântica, mas é bem prática".

Lembra como o grave caso da exploração de trabalhadores da Foxconn, fornecedora da Apple, prejudicou a imagem da companhia norte-americana. Ele conversou com a reportagem por telefone.

O que é o capitalismo consciente?

Rajendra Sisodia  - É uma abordagem um pouco diferente da tradicional, que diz que o capitalismo é apenas sobre fazer dinheiro e ter lucros.
É um conceito com propósitos mais profundos.

Por que o seu negócio existe? 
O que o seu negócio está fazendo para o mundo ficar melhor?
Grandes companhias têm grandes propósitos.
Como isso se traduz para empregados, clientes,  fornecedores?

É preciso reconhecer que há interdependência nos negócios.
Todos os negócios têm fornecedores, clientes, empregados, comunidades, mas tendem a vê-los de forma separada, como forma de meios para um fim.
O negócio consciente é reconhecer essa interligação.
Se os empregados estão bem, felizes, geralmente os clientes também estão bem.
Se os fornecedores não são bons parceiros, no longo prazo a empresa não será capaz de produzir bons produtos.
Se qualquer uma dessas partes está infeliz ou está sendo maltratada, ao logo do tempo isso pode destruir o negócio inteiro.

O que o sr. diz para as lideranças empresariais?

Precisamos de líderes empresariais que se importem com o propósito do negócio e com o impacto que ele causa nas pessoas.
Que sejam dirigidos não tanto pelo poder ou pelo dinheiro.

Líderes conscientes devem motivar, inspirar e desenvolver as pessoas.
Eles são realmente apaixonados pelo propósito do negócio, não colocam os empregados no último nível de importância.

É preciso ter a cultura do amor, da preocupação, da confiança e da transparência e da autenticidade.
Uma cultura sustentável a longo prazo.

Como esse conceito interfere nos resultados das companhias?

É simplesmente a melhor maneira de fazer negócios.
As pesquisas mostram que as empresas que adotam essa linha têm mais sucesso ao longo do tempo.

Porque criam grande valor para os seus clientes, os empregados são altamente engajados no trabalho, altamente produtivos.
No longo prazo, o desempenho da companhia tende a ser muito melhor.

Que lições tirar da atual crise capitalista?
O que deu errado?

É ganância.
O setor financeiro perdeu o sentido do seu propósito, que é prover investimentos para produção.

Simplesmente entraram numa especulação para fazer dinheiro para eles mesmos, sem agregar valor para a sociedade, para os clientes etc.

Quando se separa a criação de valor do fazer dinheiro há problemas.

Eles estavam ganhando dinheiro baseados na ignorância das outras pessoas, tirando vantagem delas.

O que a crise pode mudar para os negócios?

O que queremos com o capitalismo consciente é que os empresários mudem de mentalidade e pensem nos seus negócios de uma forma diferente.

A cada 10, 15 anos temos uma crise.
Isso nos faz pensar o que foi feito de errado, pensar alternativas.
Há muita discussão sobre o que precisa ser mudado no sistema.
No Brasil e na Índia, empresas estão seguindo o modelo norte-americano. Mas eles estão se dando conta de que o seu modelo não funciona tão bem.
https://www.youtube.com/watch?v=CFs8bxJB7sw&feature=relmfu

Essa ideia do capitalismo consciente não pode ser tachada de romântica, já que o capitalismo é movido a lucro?

Sim, muitas pessoas pensam assim.
Mas é uma ideia muito prática.
As companhias que agem assim são mais bem-sucedidas na média.
Elas estão fazendo dinheiro e lucros.

Há um paradoxo.

Se a empresa persegue o lucro como o primeiro objetivo, faz coisas que machucam sua habilidade de fazer negócios e ter lucros ao longo do tempo. 
Se ela quer maximizar os seus lucros e adota uma orientação de curto prazo espremendo os seus empregados, cortando benefícios, vai também espremer os seus fornecedores.
Tudo isso pode prejudicar o negócio no longo prazo.

Se a empresa tem os piores fornecedores, ou fornecedores de má qualidade, a qualidade não vai ser alta.
Se os empregados não estão engajados e motivados, a qualidade também não vai ser alta.
E os clientes também não vão ficar satisfeitos.

As pessoas querem ser felizes. 
E são felizes quando fazem coisas que têm significado para elas.

Como o sr. analisa por exemplo o caso da Apple/Foxconn?

Companhias como a Apple e outras tiveram um comportamento distante dos fornecedores.
Diziam algo como: não sabemos como vocês estão fazendo, mas é isso que queremos; o que nos importa é o produto e o preço.

O que eles estão reconhecendo agora, com toda essa publicidade negativa para a Apple e para a Foxconn é que isso pode ser perigoso para eles no futuro.

Funcionários cometem suicídio, têm péssimas condições de trabalho.

A Apple está se movendo agora para criar mais transparência na sua cadeia de fornecedores, assegurando que as condições de trabalhão sejam adequadas.

Mas isso não provocará aumento nos custos?

Sim, provavelmente os custos vão aumentar e talvez eles devam aumentar. 

Os custos devem refletir os custos de fazer negócios.

Custos justos devem ser absorvidos.
Talvez devamos pagar 10% a mais sobre produtos eletrônicos apenas para refletir o justo custo.
As companhias que operam assim têm funcionários que se tornam mais produtivos e mais engajados no seu trabalho.

Como combinar essa filosofia com a ação dos sindicatos?

Se já existe um sindicato, a empresa deve buscar ter relação com ele.
Se não há sindicato e se a empresa trata os seus funcionários muito bem, eles não vão sentir vontade de entrar num sindicato, não vão precisar de um.

O seu trabalho então é atuar para esvaziar os sindicatos?

Não.
Se fizermos nosso trabalho como executivos e tratarmos as pessoas muito bem, eles não sentirão a necessidade de sindicatos.

Os sindicatos estão competindo pelos corações e mentes dos empregados.

E se o executivo faz um trabalho ruim, os empregados irão querer se sindicalizar.
Se os empregados têm melhores condições de trabalho e melhores salários, melhores benefícios, eles não vão querer se sindicalizar.
Os sindicatos muitas vezes tendem a provocar a divisão entre empregados e empresas.

Mas não há necessariamente uma divisão entre eles?
Não há luta de classes?

É uma forma antiga de pensar sobre negócios.
É o pensamento marxista.
Não existe luta entre trabalhadores e empregadores.
Não é tudo sobre dinheiro.
Eles buscam criar algo e fazer algo com significado no mundo, criar valor que todos dividem. 
E precisam trabalhar juntos em harmonia.

Mas não há uma oposição entre essas duas partes, já que uns querem lucros e outros, salários?

Não.
De onde vêm os salários?
Vêm de um negócio que é capaz de ser lucrativo.
Se um negócio não é lucrativo, não é capaz de pagar bem. 
O que acontece em algumas companhias é que os empregados se juntam aos sindicatos, negociam e conseguem dinheiro.
Mas depois os negócios não podem sobreviver e competir. 
É claro que há investidores que são muito gananciosos e querem todo o dinheiro e espremem empregados e fornecedores, poluem o ambiente etc.
Isso também prejudica os negócios, pois pensam apenas nos seus próprios interesses.
É como um câncer, que pode começar em qualquer lugar do corpo e pode destruir o corpo inteiro, destruir a companhia inteira.
É preciso manter a harmonia no negócio.
O negocio é sobre criar mais valor. 
Assim há mais para dividir.

Quem o sr. citaria como um grande empreendedor na história?

Não temos no mundo dos negócios líderes que combinem visão e liderança forte.

Na política há Lincoln, Gandhi, Mandela.
A maioria dos líderes de negócios não traz essa inspiração.

Jack Welch operou um pouco assim, mas trazendo muito medo e estresse. 
Steve Jobs era um brilhante empreendedor, mas como ser humano era uma pessoa muito difícil. 
Não tratava as pessoas muito bem. 
Era um gênio em algumas coisas: criatividade, inovação, design de produtos, interface com clientes. 
Mas tinha uma personalidade muito difícil para tratar com pessoas. 
Não se preocupava com esse tipo de coisa [Foxconn] com os fornecedores. Queria criar produtos bonitos, com menor custo, competir. 
Era agressivo, focado, mas faltava essa dimensão humana.
Ninguém é perfeito.

Qual é o seu autor predileto? 

Peter Drucker.
Falou de várias dessas coisas antes de todos. 
Estava à frente de seu tempo. 
É o mais influente e brilhante de todos os tempos.

Depois do fordismo e do toyotismo, o que vem por aí?

Quando uma companhia passa a ser dirigida pelos números, começa a focar nos lucros e na fatia de mercado, ela começa a sofrer.

A Toyota, até há alguns anos, não falava de fatia de mercado, de ser número um.
Era focada em qualidade, em eficiência, em confiabilidade, em ser boa para o planeta. 
Era, de longe, a mais bem-sucedida montadora do mundo.
Mas há alguns anos começaram a focar em fatia de mercado, em conquistar fatias das outras e começaram a colocar muita pressão em cima dos executivos para que eles conseguissem cumprir as metas.
Então começamos a ver a queda na qualidade e os problemas de segurança. 
Por isso existem esses enormes recalls.

A Mercedes-Benz também teve problemas assim.
Quando se dão alguns objetivos numéricos para os executivos, eles serão atingidos.
Mas eles podem fazer coisas que são prejudiciais no longo prazo.

Mas as metas não servem de estímulo?

Sim, mas é preciso não estabelecer objetivos e metas tão difíceis.
Anos atrás, a Ford estabeleceu o objetivo de ser a número um em vendas de carros nos EUA.
No final do ano, os executivos estavam vendendo os carros por preços abaixo do custo, apenas para ter a fatia de mercado.

Estavam agindo em função de uma meta de vendas, não em fazer um grande carro."

Vai uma #synerhdica para você fazer agora: 
Imprima este post e entregue para seus colaboradores.
Peça a eles que leiam e escrevam o que sentiram.
Converse sobre como receberam esta informação e que impacto ocorreu.
Agende uma reunião de 1 hora e debatam.
Acredite, muitas e interessantes soluções sairão a partir daí.

http://www.simplifyinginterfaces.com/2008/08/01/95-percent-of-brain-activity-is-beyond-our-conscious-awareness/
Fonte: 
Saiba mais:
     Como iniciar sua jornada no Ser Empresa

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