sábado, 31 de março de 2018

Ciclos da Vida... Renascer em Ciclos: O dia que andei de skate com meu primeiro neto. Feliz Páscoa, Syn!

Hoje vibramoramos a Páscoa.

Momento de reflexão. 
Momento simbólico de renascer.
Momento de irradiar Vida Eterna.
Momento de agradecer aos que aqui em Gaia passaram.
Momento de recordações amorosas.

Momento especial para que possamos prosseguir na travessia 3D, rumo a ampliar nossa consciência, nossas conexões multidimensionais, nosso resgate do subconsciente (é preciso estar disposto a pedir, buscar, lapidar) para, em futuro indeterminado, alçar novas dimensões.

Momento de relembrar histórias.
E lá vou eu...
Comecei a andar de skate em 1972. Estava com 14 anos.

Naquela ocasião, convenci meus pais a comprarem um patins da Torlay.
Fomos até a fábrica, que ficava onde hoje está uma casa de espetáculos, no início da Rua Germaini Burchard, quase esquina com a Avenida Francisco Matarazzo.
Junto com meu primo, desmontamos os patins, retiramos os eixos, serramos uma madeira compensada grossa, marcamos os pontos na recém prancha, furamos e afixamos os eixos, construindo na raça nossos primeiros skates.
Morava numa rua de ladeira, o que facilitou o aprendizado... era subir no skate e descer (sem despencar... rss) ziguezagueando.
Ficamos, ele e eu, do final da tarde até minha mãe nos chamar:
¨Venham, já são 10 da noite!¨
E assim, dia após dia, brincávamos e íamos pegando a manha do surfe do asfalto.
O tempo passa, as pranchas se aprimoram, os eixos melhoram, as rodas então... ficam transparentes e coloridas.
Eu adorava. Junto com a bicicleta, faziam uma dupla perfeita, para sair e descobrir novos points - sempre ladeiras - para curtir a sensação da velocidade de passar rápido rente ao asfalto.
Isso foi até meados de 1980, quando, já no desafio da faculdade, priorizei outras atividades e mergulhava no conhecimento e no trabalho.

Chegamos a 2012.
Minha filha grávida. Meu primeiro neto... e prometi que iria andar de skate com ele. E com todos os netos, se assim for, vierem a vibramorar conosco.
Pepito chegou em 2013. E Benis chegou ano passado.


E cá estamos em 2018.
Março. Verão. Um domingo a tarde no Minhocão.
E lá fomos, Pepito, meu neto, minha filha com o neto mais novo, Benis, uma querida e amada tia, e eu.
Foram quatro horas de skate, quase de ponta a ponta, ida e volta, com direito a sorvete, água de coco, muita diversão, conversas, um teatro infantil unindo Minhocão e apartamento na Avenida São João.

Momento prá lá de especial, de mágico, de vibração completa para todos nós.
Um amigo, quando mostrei a nossa foto disse: ¨Isso é demais! No nosso tempo o avô andar de skate com o neto era lenda!¨ ... rss ...
Como descrever essa emoção?
É, para mim, como um Instante Páscoa.
Um renascer.
Um reconectar.
Um novo Portal a adentrar.
Um brilho de Sol que nos faz sorrir por dentro.

Uma lembrança.
Energia em flux! 
Um sonho que se transforma em herança, syn!
Fica minha homenagem aos meus amados descendentes, aos meus familiares, aos meus filhos... e aos meus netos.
A trilha sonora é uma homenagem a cada um e todos, em especial você, que me acompanha, ontem, hoje e sempre, em Eterno Renascer.
A música de fundo é de Steve Hackett, aqui também humildemente homenageado, do álbum Spectral Mornings, Spectral Mornings de 1979.

Um dos poucos álbuns que adotei para ser sentido enquanto aqui estiver, pela energia que irradia, que engrandece, que renasce, cada vez que ouço.


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