quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Administração – "Paradoxo da Atualidade: o Troféu Abacaxi" – COMUNICAÇÃO

Às vezes lembro minha adolescência.
Adorava assistir uma personalidade que soube como poucos aproveitar a força da comunicação e o poder de um veículo de mídia ainda em fase de desenvolvimento (aquela tal curva de vida de produto).

Vestido com roupas espalhafatosas e coloridas, microfone pendurado no pescoço, uma cartola alta, uma buzina de ar manual e aquele colar vermelho que representava um dial de telefone analógico (sim, estávamos no final dos anos 60, nem se imaginava tanta telecomunicação) ele conseguia atrair as atenções pelas telas das TVs com uma postura irreverente, engraçada, divertida e... comunicadora!


Algumas imagens dele me marcaram e isso vem quando estou em contato nas empresas, sejam empresários ou pessoas do operacional e acabo não resistindo e repito pelo menos duas de suas célebres frases:

- Alô, Alô, Tereziiiinha!!!!!
- Quem não se comunica se trumbica!!!


E, mesmo após tantos anos sem sua adorável presença, deixou um legado que a cada dia mais e mais podemos sentir nos ambientes de trabalho.... o poder da comunicação...
Ou, o que é mais real e assustador:
o poder da falta de comunicação!!!!

Eis um fenômeno que é um verdadeiro paradoxo da atualidade:
Vivemos um momento no planeta em que é possível se comunicar de forma instantânea com quem quisermos e onde estejam, graças ao avanço das telecomunicações, a abertura de mercado e a econômica possibilidade de que a grande maioria das pessoas, independente de sua classe social, possa ter seu comunicador móvel.
E mesmo com todos estes recursos, encontramos nas organizações problemas diversos que podem muitas vezes significar pouco e outras a pior situação possível... a perda de um cliente.
E todos sabem como e quanto custa conquistar um cliente...

Me parece então, que o problema não está mais nos meios de se comunicar, afinal vão desde o contato pessoal (que traz nossos cinco sentidos por completo: visão, audição, tato, olfato e paladar), passa pelo contato telefônico (auditivo), por email (visão e audição), por fax, carta ou mídia impressa (visão) e pela Internet (visão em sua grande maioria e em espantosa fase de desenvolvimento – similar a TV dos anos 60 – ao agregar recursos auditivos, de tato e até... olfativos, ainda em testes).

Assim a pergunta é:
“Onde está o problema de falta de comunicação?”
A resposta pode ser simples, e é, porém o difícil são os elementos nas pontas – Emissor e Receptor.

E fica mais complexo ainda quando notamos que não basta uma das pontas estar preparada, motivada, comprometida e decidida... isso tem um peso menor que 50% do resultado esperado.
É preciso que todas as pontas estejam na mesma sintonia, na mesma freqüência vibracional, com o mesmo objetivo de encontrar uma solução e resolver um impasse ou uma dificuldade ou um problema e que ajam como pessoas.

Hum.... ajam como pessoas??? Como assim?!?!
Syn!
Como seres humanos iguais a você e eu. 
Que precisam ser e estar conscientes de suas habilidades e fragilidades, de seus pontos fortes e fracos, que não tenham vergonha de perguntar (afinal, perguntar não ofende!) caso não estejam entendendo ou desconheçam o assunto, que sempre coloquem a verdade e a realidade como referencia, por pior que seja.

E que façam tudo com base no amor. 
Amor em aprender, em compartilhar, em se auto-conhecer, em se entregar às atividades (desde as mais simples como recolher produtos que as máquinas fabricam ou varrer o chão até decisões estratégicas empresariais) compreendendo que não se atinge mais o sucesso sem o apoio de outras pessoas.

E para que esse apoio das outras pessoas seja o mais efetivo possível, é preciso aprender a se comunicar: 
Conhecer cada componente desse processo de comunicação e desenvolver recursos para que, com bom humor, inteligência, persuasão e dedicação, buscar em conjunto o resultado almejado.

Caso contrário, assim como o “Velho Guerreiro” fazia com maestria, ao colocar calouros para cantar e se cantasse mal (portanto se comunicasse mal) começava a mover o microfone do coitado pros lados, prá cima ou prá baixo e sem mais, de repente tocava sua buzina e lhe entregava o troféu abacaxi, símbolo de que sua comunicação era simplesmente sofrível!

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